Luisa O grito agudo e carregado de fúria de Sara ecoa pelo ar calmo da ilha, cortando o som suave das ondas quebrando na costa distante. Meu coração dispara no peito, um pressentimento r**m me impulsionando a correr para o jardim, meus pés descalços apressados na grama úmida. Encontro Sara parada perto do jipe branco estacionado na entrada, seus braços cruzados e o rosto vermelho de raiva. Seus saltos agulha fincam-se repetidamente na terra batida, cada golpe um testemunho silencioso de sua frustração crescente, como se ela tentasse, inutilmente, perfurar o próprio planeta com sua indignação. O que aconteceu, Sara?! - pergunto, minha voz ligeiramente ofegante pela corrida, observando a cena com uma crescente sensação de alarme. Aquele filho da puta... aquele maldito não deixou a porca

