Talvez um dia

1809 Words
Segunda temporada episódio 11 Depois de ter adiado sua entrada para força tarefa para resolver o caso de Kim, Erin foi pra casa dormir, amanhã seria seu primeiro dia na força tarefa, mas ela tava inquieta e ansiosa não conseguia dormir ela estava com 6 travesseiros na cama e se movendo por todos os lados. Então decidiu mandar uma mensagem para Jay. *Mensagem de texto:* E: desculpa a hora, mas você quer ir atirar comigo amanhã? J: tudo bem eu não estava dormindo mesmo. Pode ser amanhã às 6:30? E: Por mim tudo bem, obrigado. J: Não agradeça. Boa noite. E: Boa noite. *Fim da mensagem de texto* Dia seguinte Erin está se arrumando quando ouve uma batida na porta. E vai até lá. "Jay? Tá fazendo o que aqui?" Ela pergunta confusa. "Trouxe o café da manhã para a nova agente da força tarefa." Jay entrega Donuts e café, ele sabe que ela ama esse café da manhã. Isso a faz se apaixonar mais ainda por ele. Espera. Não. Ela não pode. Ou pode? Ela acabou de sair da inteligência. "Espera um minuto que eu so vou pegar minha coisas." Ela entra e deixa a porta aberta enquanto pega sua bolsa (ela não usava bolsa, mas o terninho dela estava lá), chaves e celular. Ela sai e tranca a porta. Depois que atiram Jay percebe o quão nervosa ela está, era o quarto pente dela. Ele a conforta falando que ela precisava ver ele no primeiro dia dele na lanchonete a fazendo rir. E finaliza com "você é o homem certo pra esse trabalho". Conversar com o Jay a confortou e ela foi mais calma pro novo emprego. Chegando lá ela percebe que as pessoas não se importam muito de informar sobre o caso, você tem que descobrir por conta própria ou tentar adivinhar. Depois de ter conversado com Lang ela chama a inteligência para trabalhar no caso. Ninguém conhece Chicago melhor do que sua antiga unidade. Chegando lá eles a cumprimentam calorosamente. Erin confunde a SUA unidade com NOSSA unidade, ela ainda não acostumou em ter saído. Ao terminar, Lang queria abrir uma sala de conferência pra eles, mas Voight prefere o Bullpen. Lang e Voight não estavam se dando muito bem, ambos se sentiam superiores, mas Erin não se importou depois de cumprimentar Jay e ouvi-lo dizer que era bom ver ela. Eles se viram nessa manhã e ele já tava com saudade? Bom ela não ia questionar pois ela sentia o mesmo. Durante o trabalho Erin fica nervosa com Lang, ele tirou sua arma, a proibiu de algumas coisas, estava impedindo a de ser ela mesma. Não seria sua própria equipe? Ela bate na parede do banheiro e pensa em ligar para Voight, mas desiste, ela não tem mais 16 anos pra ligar pra ele quando algo não vai bem. Ela é adulta tem que superar. Durante o dia Erin vai ao distrito, a inteligência está com um suspeito. Ela vai até sua mesa, ainda está vazia, ela ainda não foi substituída. Mas sua cadeira sim ela olha em volta. É claro, Ruzek roubou. Ela olha e vê Jay saindo da sala de interrogatório. "Ruzek roubou minha cadeira." Ela diz e Jay sorri. "Voight e Antônio estão entrevistando Queentin agora" ele diz indo na direção de Erin. "Ele já está falando?" Erin pergunta enquanto senta em frente a mesa. "Não, mas Voight ainda não teve tempo o suficiente" ele diz se aproximando de Erin, olhando para os lados para ver se não tinha ninguém. Erin estranha a aproximação, ele estava muito perto, mas também olha para os lados pra ver se não tem ninguém. "Sabe, não trabalhamos mais juntos, o que significa que todas as regras e regulamentos não se aplicam mais" ele diz com um sorriso pra ela. Erin engole a seco, ela está nervosa como se fosse seu primeiro encontro da vida, ela não sabe o que dizer, mas nem dá tempo pois Lang chega e pergunta sobre Queentin. Ela se levanta mostrando o caminho e dando um olhar para Jay. A gente não terminou essa conversa. O dia foi longo cansativo e Erin não estava nada feliz ao descobrir que Kayle - a IC - não iria receber sua parte. Lang a chamou para a conferência mas ela só queria ir pra casa e tomar um banho. Enquanto dirige para casa Erin lembrou que sempre que ela ou Jay tinham um dia r**m eles se juntavam no apartamento um do outro, ela estava com saudade do seu parceiro, mas ela ainda podia fazer o que eles faziam no final do dia? ela esperava que sim, pois ela dirigiu até o apartamento de Jay. Ela estava meio nervosa, não sabia se Jay estaria bem com isso. Ela bateu na porta. Jay colocou a TV no mudo e abriu. "Oi" ela disse timidamente "Oi!" Ele disse surpreso mas feliz. "Estou interrompendo alguma coisa?" Sua pergunta ainda era tímida, ela não queria incomodar Jay. "Só a sua própria coletiva de imprensa" Jay apontou para a TV que passava Lang na tela. "Quer entrar?" Jay pergunta já dando passagem para ela, ele estava feliz, mesmo que não trabalhassem juntos talvez eles ainda pudessem se ver no final do dia. "Sim" Ela entra "nossa... é assim que vai passar a noite? Tá sentindo a minha falta hein" ela brinca um pouco. E ele ri. "E eles nem deixaram você falar, não é por nada mas você é mais bonita que o Lang." Ela sorri discretamente. "Não é a minha praia... Voight tem uma regra nunca ter sua foto no jornal". Ela diz ainda olhando pra tv. "Você quer falar do seu dia?" Jay pergunta a encarando. "Na verdade, não." Ela olha pra ele. Eles se olham por um tempo o suficiente para eles perceberem que não dá pra esperar mais, eles precisam um do outro, precisam sentir seus corpos juntos, o sabor de seus lábios, a pele, tudo. Jay se aproxima lentamente de Erin, e a beija, essa calmaria acaba quando seus lábios se tocam, eles não sabiam que precisavam disso até se tocarem, talvez eles fossem com calma nas primeiras vezes em que quase sederão ao seu desejo, mas agora? Depois de quase 2 anos reprimindo seus desejos e vontades? Eles não iriam com calma, eles não iriam esperar mesmo que tivessem todo tempo do mundo, eles precisam sentir tudo agora. Jay a beija com sede e a empurra contra o batente da porta, ele para e olha pra ela por vários motivos, primeiro pra confirmar se ele não bateu ela com força contra a porta o que não havia acontecido, talvez tivesse doído e vai deixar um roxo mais tarde, mas Erin só queria ele ela nem se importou, segundo por que ele queria um consentimento de que tava tudo bem por ela e ele também teve, seus olhares falam por si eles precisavam disso e por último ele queria olhar pra ela, ter certeza de que não era um sonho. Ele voltou a beija lá com rapidez, com fome, mas com carinho, sabendo deixar os dois excitados. Ele tira o terninho dela e o joga no chão, logo em seguida Erin tira a camisa dele, eles estavam tão sedentos que ela nem reparou os músculos que a prendiam contra a porta, logo em seguida ele desabotoou a camisa de Erin pasando a mão por todo seu corpo, eles estavam o mais próximo que conseguiam mas ainda não era o suficiente. Jay a pegou nos braços. Deus como ele era forte e tinha pegada, ela sorriu entre os beijos enquanto era levada até a cama. Jay a colocou na cama descendo beijos por todo seu corpo, ele puxou a calça dela e logo em seguida se levantou e tirou a sua a jogando pela casa como o restante das roupas espalhadas no quarto e na sala e foi então que Erin viu seu corpo músculoso e tonificado pronto pra ir pra cima dela, ela deu um sorriso provocador enquanto o olhava, ele se inclinou em cima de Erin e enquanto a beijava eles passavam a mão pelo corpo um do outro conhecendo cada parte, querendo pegar cada detalhe. Aquilo era o que eles tanto queriam a muito tempo. Ela desceu sua mão até sua masculinidade fazendo o gemer entre os beijos. Erin sorriu ao sentir que estava crescendo com seu toque. Ele afastou a mão dela quando abaixou em direção aos seus s***s e puxando a alça do ombro ele começou a chupar um dos s***s e lamber, com a outra mão ele fez um impulso e conseguiu tirar o sutiã de Erin. Como ele era bom com as mãos ela pensou, não demorou muito pra que essa mão descesse sobre seu estômago até a virilha fazendo a gemer apenas com um toque por cima da calcinha. Ele chupou o outro seio com a mesma atenção que fez no outro, Erin estava ofegante e passava a mão sob os cabelos castanhos claros, mas ela não aguentou e gemeu de prazer se curvando quando Jay passou a mão pelo c******s dela e logo em seguida enfiou um dedo fazendo movimentos contínuos dentro dela. Ele enfiou mais um dedo e desceu sua cabeça até a virilha, Erin gemeu o nome de Jay enquanto ele a chupava sem parar os movimentos dentro dela. Ela estava tão molhada e queria mais, ela precisava dele dentro dela, ela o parou e olhou para ele, "eu quero você, eu quero você dentro de mim, por favor" ela implorou com tanto desejo que era impossível Jay negar. Ela choramingou quando Jay saiu da cama e foi até o banheiro pegar uma camisinha, quando ele voltou ele a penetrou devagar mas não era suficiente para os dois eles precisavam de mais, mais fundo, mais rápido, com o consentimento de Erin ele continuou socando dentro dela mais rápido e mais rápido, eles pareciam um só, eram tão rápidos que a cama perdeu os lençóis e travesseiros tudo estava espalhado. A sorte é que desde que os vizinhos com bebê se mudaram ninguém tinha alugado o apartamento do lado por que ninguém iria dormir com o barulho que os dois estavam fazendo, eles eram bons nisso. Erin não aguentava mais e percebeu que Jay estava prestes a explodir quando ela o levou ao limite "ah... Jay, mais forte... eu tô quase lá... eu vou g..." ele não aguentou essas palavras de Erin e chegou ao seu limite levando ela junto com ele, eles gemeram e sussurraram o nome um do outro. Jay ficou dentro dela até conseguir recuperar o fôlego para sair. Ele se levantou jogou a camisinha fora, vestiu a calça e a cueca e foi pra cozinha. Erin ainda estava deitada, suas pernas estavam sem forças. Assim que recuperou o fôlego colocou sua calcinha e uma blusa e o seguiu até a cozinha. 
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