Sophia — Sophia, posso fazer uma pergunta? Me afastei, saindo dos seus braços. Não vou mentir, estava muito bom de sentir seus braços em volta do meu corpo. Olhei para ele. — Sim… — respondi e coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha que tinha caído na frente do meu rosto, assim poderia vê-lo melhor. Olhando assim bem de pertinho, o Tomás é tão bonito que fico até sem fôlego. — Quanto custa os remédios do seu avô? — ele perguntou, me fitando. Olhei pra ele sem entender. — São caros. Mas porquê quer saber? — perguntei. Estranhei ele perguntando isso. — Eu tenho um dinheiro guardado… Ele soltou o ar e fechou os olhos. Em seguida abriu os olhos e olhou para mim, depois pegou na minha mão. E de repente senti um arrepio no meu corpo quando senti o seu toque. — Se quiser, p

