No fim, todos os ministros carregados de desprezo e humilhação curvaram-se e saíram da sala do trono murmurando sobre como as regras foram pisadas sem o menor pudor. Elisie olhou Marta, uma pontada de culpa perfurou-lhe o peito, respirando fundo ela levantou-se e seguiu até a mulher ferida, disse em tom solene: ― Sinto muito pelo que te aconteceu. Eu fui apressada e não fiz um contrato quando lhe coloquei no comando, porém, dessa vez o príncipe regente lhe dará uma carta real, com o selo do rei. Já que a palavra da princesa e do príncipe regente não tem muita credibilidade. ― Alteza, perdoe essa sua serva que não soube reverter à situação, por minha incapacidade eu mereço a morte ― chorou a mulher se curvando várias vezes. Elisie tocou no seu ombro, sorrindo amavelmente. ― Pode erguer a

