capítulo 7

1004 Words
Dante Dona Geralda- claro até demais, eu vou providenciar um dos garçons para atender os seus pedidos a noite toda, senhor Dante. ela foi saindo com uma certa euforia, e eu fiquei rindo dela, o Fernando se levantou da cadeira curioso e um pouco grilado também. Fernando- o que você pensa que tá fazendo? e aquele papo de não pagar por p**a c*****o? ele foi direto. Dante- relaxa eu só quero da um apoio pra mina, não vou trair a Estela, você me conhece sabe que eu não faria isso. as minhas intenções eram essas, apesar de estar encantado com aquela morena. Fernando- Dante, Dante....você tá brincando com fogo meu irmão. Dante- eu sei mais eu sou vacinado e quem manda na p***a da minha vida ainda sou eu, e tu não vai abri o bico pra ninguém de onde eu tô e o que tô fazendo. falei já indo pra cima dele, o Fernando é um irmão pra mim, mais eu não gosto de ser controlado, é poucas ideias pra quem pedala minha mente. Fernando- tá certo, você tá grandinho, sabe o que faz só não quero ver o teu na reta, tu tá ligado que eu te considero pra c*****o. falou buscando a minha razão. Dante- eu sei mas relaxa é só um apoio, não é nada demais. baixei a guarda. Fernando- vou chamar o Marcão e o Erick pra ficar pela área, caso precise de reforço, aqui não é tua quebrada, tá ligado que tá vulnerável aqui né? ele estava falando dos meus seguranças pessoais. Dante- valeu irmão, eu vou ficar esperto. fiz um toque com ele e fui até o bar buscar a morena, ela estava com um olhar triste e distante. Dante- bora? perguntei animado. Tereza- bora gatinho. a danada sabia fingir bem, eu ri disso. Tereza Tentei fugir de atender os clientes o máximo que eu pude, até chorei no banheiro escondida com muita cólica, e derrepente me aparece este cara lindo com um olhar penetrante, me roubando meu juízo, que ainda aceitou pagar umas horas para estar comigo mesmo menstruada, mesmo ele sendo jovem e lindo e visivelmente rico, eu achei uma s*******m ele topar, eu não posso recusar cliente então estou subindo com ele. Entramos no elevador e subimos até o quarto andar onde ficam as suítes mais caras e luxuosas, entramos em um dos quartos, o quarto pra mim era familiar subi com alguns gerentes de bancos aqui, paredes vermelhas, cama redonda, espelho no teto, TV, frigobar, poltrona, fique em pé olhando ele e esperando a próxima ordem, até que ouvimos duas batidas na porta, antes que eu pudesse abrir ele foi até a porta e abriu, pude ouvir a conversa entre ele e o Iago, o filho da dona Geralda e também garçom, ele era novo tinha 18 anos apenas. Iago- boa noite senhor me chamo Iago e tô aqui pra trazer o que você pediu e quero dizer que se precisar de mais alguma coisa pode discar no nove que eu atendo e resolvo. não sei o que ele entregou para ele, mais imaginei que fosse drogas, alguns clientes gostam de usar, e dona Geralda tem sempre traficantes no salão da boate. Dante- valeu menor, qual quer coisa eu te chamo e não se preocupa será bem remunerado. A voz rouca e autoritária, me excitava de um jeito que eu não sabia explicar, aquele homem mexeu comigo. ele entrou de volta no quarto, agora com uma sacolinha de farmácia nas mãos, fechou a porta e foi até o frigobar, pegou uma garrafinha de água, abriu alguns remédios e veio me entregando, junto com a água gelada. Tereza- o que é isso? perguntei sem entender nada. Dante- é pra cólica e dor de cabeça, deita na cama e coloca na sua barriga, está bolsa de água quente, também tem chocolates aí dentro. havia até uma bolsa de água quente, agora sim eu não estava entendendo mais nada. Tereza- por que você tá fazendo isso? perguntei espantada. Dante- nem eu sei direito, mais quero cuidar de você, só isso. ele disse de um jeito doce, eu queria acreditar, juro que queria, mais a vida nunca pegou leve comigo e aquilo me assustou de certa forma. Tereza- você tá de s*******m né? olha não precisa fazer caridade pra mim não moço, eu tô aqui pra trabalhar. falei rude com ele, não queria a pena dele. Dante- não é caridade, e meu nome é Dante. agora ele me olhava frio, como se tivesse ficado irritado. Tereza- está bem, Dante, se você quiser posso fazer um boquete pra você gozar, ou um anal o que você acha? falei me aproximando e fazendo carinho no seu peitoral, eu queria retribuir a gentileza dele comigo do único jeito que eu sei, ele tirou as minhas mãos do seu peito e me olhou sério. Dante- eu sou casado e não quero comer você, só quero cuidar de você, fica de boa, deita e descansa, eu vou ficar aqui no sofá. casado, só podia ser foi aí que eu pensei, ele estava com nojo de mim e ao mesmo tempo pena, e só por isso estava sendo bonzinho, decidi entra no jogo dele, me deitei e coloquei a bolsa de água quente no pé da barriga. ele sentou na poltrona do quarto e ficou apenas me observando, resolvi perguntar por quanto tempo ficaríamos assim. Tereza- quantas horas vou ser cuidada por você então? Dante- vou ficar com você aqui está noite toda, assim você descansa e se quiser pode até dormir. disse grosso, mais tentando ser gentil. Tereza- a noite toda pode sair bem caro, mesmo que não aconteça nada entre a gente. já dei a real pra ele. Dante- acho que você já notou que, dinheiro pra mim não é problema. Ele disse arrogante, eu virei o rosto, fiquei encarando a parede vermelha e pensando em como só queria ficar no meu quarto deitada quieta sem ter que dar moral pra maluco nenhum hoje. Dante- ainda não sei o seu nome...
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