capítulo 34

1080 Words
Dante Assim que cheguei com eles na frente da casa da Glória a mãe da Estela, já vi o cabeça saindo de trás de uns arbustos da casa ao lado. Dante- qual foi da fita cabeça? solta o papo, o que esse noia tá fazendo aqui? já perguntei tremendo de raiva, o que ele pode querer com a Estela ou com a mãe dela? cabeça- não sei não patrão, ele entrou lá dentro agora pouco e não saiu mais. Dante- vem todo mundo, agora o bagulho é comigo. subimos a escada ficamos na frente da porta de entrada, fiz sinal pra todo mundo ficar quieto eu queria escutar a discussão, e ouvi claramente a Estela falando que amava o Eduardo, aquilo foi como um tiro na minha cara, como assim a Estela ama outro cara? e como assim o cara que ela ama é um noia que trabalhava até ontem ao meu lado, que talaricagem do c*****o é essa? pedalei a porta jogando ela no chão, serrando os punhos, minha vontade era mata eles ali e agora, mais me menti frio e calculista, pedi pra vagabunda repiti tudo que eu ouvi, vi o medo no olhar dos dois, aquilo me deu mais raiva ainda, agora deu medo? até ontem estavam se comendo nas minhas costas sem o menor medo ou respeito. Dante- Eu até desconfiei que você tivesse me traindo sua filha da p**a, mais depois achei que seria impossível você fazer isso comigo, "não você" e "não comigo", mais é aquela coisa né a verdade sempre aparece, e olha nós aqui, não queria que tivesse acabado assim. falei tentando manter o controle da minha ira. Estela- Dante eu posso explicar, eu juro não é nada disso que você está pensando, o Eduardo estava me chantageando queria arrancar dinheiro de mim, eu estava com tanto medo dele que acabei falando isso pra ele se manter calmo, ele é louco por mim sempre foi mais eu queria esconder isso de você pra você não pensar que algum dia eu correspondi esta obsessão dele por mim. ela mentia com a cara mais deslavada do mundo, e meu sangue só fervia, eu passei a mão no rosto tentando me conter pra não mata ela ali mesmo. Glória- meu filho a Estelinha está falando a verdade, eu sou testemunha, esse drogado só queria se aproveitar dela, você conhece ela sabe que ela não faria isso. a velha falou se levantando do chão, e falou achando que eu iria acreditar em qualquer coisa que elas me falassem. Edu- Dante você me conhece mano, sabe que corro pelo certo não acredita nessa traíra não ela é uma cobra tá tentando te envenenar contra mim, se liga irmão isso é filha do d***o. Eduardo completamente alterado de pó se mordendo e piscando sem parar. Dante- vamos manter a calma gente e organizar as coisas, vamos dar uma volta todo mundo pra fazer uma reunião assim todos falam na sua vez, Edu você sabe como gosto das coisas organizadas né irmão. falei sorrindo pra ele, ele engoliu a seco, ele melhor que ninguém ali sabe que está é a última volta que ele vai dar na vida, eu não vou fazer nada na casa da Glória, pode chamar muita atenção dos vizinhos, mais eu tenho o meu lugar de fazer as minhas cobranças. Edu- não faz isso Dante, por favor podemos resolver de outra forma. falou tremendo. Dante- shiiiii fica quietinho irmão vai dar tudo certo. respirei fundo pra manter a calma. Dante- cabeça pega o carro do Fernando aí fora e estaciona dentro da garagem, Fernando amordaça a boca deles todos e amarra as mãos, nós vamos dá um passeio lá no galpão abandonado. Fernando- você que manda mano, eles tão no erro merecem ser cobrados. Estela- Dante eu te amo, não faz isso pelo amor de Deus, eu te imploro, vamos conversar só nos dois sozinhos em outro lugar. Eu nem me dei o trabalho de responder, o Fernando amarrou as mãos deles e a boca ele colou uma fita adesiva grossa, colocamos eles dentro do carro do Fernando que ja estava estacionado ali na garagem. o Fernando dirigiu o carro até o galpão abandonado, que era um pouco isolado da cidade, eu fui de moto com os outros até lá, assim que chegamos o Fernando desceu do carro com eles chorando não sabia quem chorava mais, o choro da Estela sempre me comoveu parava tudo quando via ela chorando, dava colo, carinho, se fosse problema eu corria na hora ali pra resolver, mais ver ela chorando agora só me deu nojo. Dante- coloca um em cada salinha PH, eu já tô indo lá. fui até o cabeça e o zóio que estavam descendo da moto. Dante- faz 3 cova ai pra mim, cova bem funda e não precisa ter pressa, eu mesmo não tô com pressa. cabeça- o patrão que manda.. o Fernando veio lá de dentro. Fernando- já estão amarrados na salinha mano, só por você. Dante- ótimo, eu vou fumar um cigarro e já vou lá, liga pra minha mulher e avisa que vou demorar, mais que vou pra casa ainda hoje. Fernando- já é. Tereza Liguei pra Camila assim que o Dante saiu todo apressado, expliquei pra ela meio que por cima que estava vindo morar com ele e pedi pra ela vir até aqui trazer as minhas coisas e passa a tarde comigo. Fui conhecer a casa, o jardim, conversei um pouco com a Rose, ela queria saber como eu gostaria que ela fizesse o almoço e as arrumações diárias dela, eu nunca mandei em ninguém foi muito estranho dar ordens a uma mulher mais velha que eu, mais eu disse que ela poderia seguir no ritmo que ela já estava acostumada mesmo, e que gostaria que ela me chamasse quando fosse fazer o almoço pra nós duas, por que eu gostaria de aprender a cozinhar, ela super queria concordou. Me ensinou a fazer arroz, e frita bife, cozinhar alguns legumes, e disse que aos poucos vai me ensinando mais coisas, eu nunca aprendi estas coisas, quando minha mãe era viva ela era quem fazia isso e quando eu fui pra na Lux eu nunca vi a dona rosário fazer nada só ia pra cozinha comer quando estava pronto, não que eu queria agora virar uma dona de casa não é isso, mais acho que quero aprender a ser mais normal ou me sentir mais normal, e me encaixar nesse mundo.
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