capítulo 56

1008 Words
Tereza JP- você é muito linda princesa, não tá afim de dá um rolê fora daqui não? tereza- Talvez mais tarde, hoje tô afim de dançar e curtir. ele sorriu de canto. JP- eu posso fazer tu curtir bem mais. Tereza- ah é.. e como? posso saber ? JP- assim. Ele chegou mais perto de mim e me grudou um beijo de tirar meu fôlego, com uma mão segurou minha nuca e com a outra apertou a minha b***a, colou meu corpo no dele sua boca macia gostosa mordia meus lábios parando o beijo, o beijo foi bom e teve pegada, mais nada se compara com o beijo do Dante. E falando nele, assim que nos separamos eu vejo Dante se aproximando de nós dois feito um búfalo bravo pra cima da gente, o barraco se formou. Dante- eu vou te matar sua filha da p**a, tá me tirando pra o****o? ele falou isso já me agarrando pelo braço forte e me puxando pra um canto, seus olhos pegavam fogo de tão vermelhos. Tereza- me solta Dante você estava com aquela p*****a no seu colo até agora e eu não falei nada, solta meu anjo, me deixa viver. Dante- olha as merda que tu ta falando aí, eu não peguei ninguém, tava só trocando uma ideia com a mina, e tu aqui com outro metendo o louco tio, se liga Tereza. ele falou puto da vida, cheio de raiva. Tereza- não importa, nós dois já era, tu faz tua vida que eu faço a minha. Dante- vou te mostrar como tu vai fazer a tua vida aqui vivendo no meu morro. Nessa hora ele pegou a arma da cintura e apontou pra cabeça do JP que estava assutado tentando se justificar. JP- qual foi Dante, mó cota tu me conhece, sabe que não sou Talarico não, nem sabia que a mina era tua. Tereza- Dante não faz isso, ele não tem culpa de nada, eu que beijei ele, só tava com raiva de você. falei gritando nervosa, o jp não podia pagar pelo meu erro, ele só foi usado por mim pra causar ciúmes no Dante. Dante- vou te ensinar a não mexer na mulher dos outros, safado e Talarico aqui não se cria não. O Dante puxou o gatilho e acertou um tiro na perna do JP, o cara caiu deitado no chão, Dante só não acertou o tiro na cabeça dele por que o cabeça empurro seu braço pro lado, sangue pra todo lado, eu fiquei apavorada. cabeça- foi m*l chefe mais o Fernando passou a visão que isso poderia acontecer e pediu pra mim tentar evitar. Dante- tá maluco cabeça? tá querendo ir para nas ideias, o que tu pensa que tá fazendo? tá passando pano pra safado Talarico? ele falou gritando com o cabeça. cabeça- não patrão, tô suave mais se tiver que ir eu vou pelo certo. Dante- contigo eu me acerto mais tarde, agora leva essa carniça pro postinho pra cuidar dessa perna, hoje teu santo te salvou JP, mais fica ligado que tô contigo atravessado na minha garganta. ele falou cuspindo as palavras de raiva. jp- foi m*l ai chefe, pode ter certeza que nunca mais cruzo o caminho dessa mina, mó chave de cadeia. ele disse gemendo de dor, sentado no chão. Nessa hora eu sai correndo, fui até a saída do baile, aproveitei que já não tinha mais tanta multidão, e segui meu caminho pra descida do morro, rumo a minha casa, só queria descansar, deitar na minha cama confortável e dormir depois dessa noite muito louca, mais eu estava longe disso a noite me reservou mais problemas. Tô passando pelo beco escuro e vejo um homem de casaco preto e capuz vindo em minha direção, achei estranho, mais preferi ignorar e não dar confiança, quando estou passando ao lado dele, ele bloqueia meu caminho. Tereza- com licença. falei estúpida. estranho- quando vi você no baile achei que fosse você, depois pensei que estava enganado, por que você está diferente, mais mulher mais gostosa, agora não tenho dúvidas é você mesmo Tereza, só está crescida. ele falou tirando o capuz no escuro e eu pude vê-lo melhor, era o meu ex padrasto Carlos, ele estava mais velho e com o rosto transtornado, mordendo o lábio inferior de um jeito estranho, e com um olhar de louco, com o efeito de alguma droga, como pode depois de todo este tempo ele estar aqui na minha frente, e logo aqui no morro? Tereza- Carlos? é você ? o que você está fazendo aqui? perguntei espantada. Carlos- sou eu mesmo, vim até aqui buscar um pó pra mim usar, mais dei sorte e encontrei você finalmente depois de todos estes anos, eu procurei por você por bastante tempo, mais depois desisti, pensei que estivesse morta. o modo como ele falou me embrulhou o estômago. Tereza- bom seja como for eu preciso ir, meu esposo está me esperando logo ali na esquina. menti pra poder sair de perto dele, mais quando eu ia passar por ele, ele segurou o meu braço forte. Carlos- você não vai a lugar nenhum, nós vamos terminar aquilo que começamos a anos atrás, eu ainda quero por as mãos em você sua p*****a di merda. Tereza- me solta, você tá louco? nunca dei condição pra você seu nojento, e não vai ser agora. tentei me soltar das mãos dele, mais ele me deu um tapão no rosto que me fez cair no chão. Carlos- agora que tá mais velha e madura não tem o porque me negar abre logo estas pernas. ele subiu encima de mim e foi levantando meu vestido, e eu tentado me soltar dele, mais cada movimento bruto que eu fazia ele me dava um tapa forte no rosto, nessa hora eu comecei a rezar, só um milagre pra me salvar das garras desse nojento. Tereza- me solta ou eu vou gritar. falei aos prantos, o desespero já tomou conta de mim. Carlos- hoje de um jeito ou de outro você vai ser minha Tereza.
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