capítulo 21

1007 Words
Dante Delegado Martins- perdeu c*****o, mão na cabeça. ele dizia gritando, eu imediatamente coloquei as mãos na cabeça e a Estela também, ainda sem nós mexer na mesma posição que estávamos transando. policial 2- essa vai pra imprensa. o filho da p**a tirou uma foto da gente pelado em posição de sexo. policial 3- levanta c*****o bora, bora malandro. levantamos nos dois sem dizer uma palavra ficamos em pé de cabeça baixa, Estela sabia bem que nessa hora tinha que manter a calma e falar o mínimo possível, não é a primeira vez que minha casa é invadida, nem será a última, tenho certeza que a está altura meus advogados já devem estar a caminho. delegado Martins- Bota os dois algemados lá no sofá da sala e dão uma geral aqui vamos procurar bem, alguma coisa eu vou pegar aqui hoje. falou arrogante e otimista, este cuzão tá a pouco tempo no comando da delegacia, e tá fazendo uma caça as bruxas no Rio de janeiro, mais ele não vai se arruma em nada comigo, nunca dei mole não vai ser agora, eu já sabia que essa semana teria uma visita deles, já tinha feito um limpa na dentro de casa. fomos pra sala com o outro policial mascarado, eles todos tem medo de mostra a cara pra mim, já sabe que eu vou atrás de cada um, isso não vai ficar barato, invadiram a minha i********e e ainda tão me esculachando, vai ter retaliação pode ter certeza. sentei no sofá de cabeça baixa e a Estela também como é o procedimento, notei que ela estava completamente nua como eu, me deu um ódio eles todos olhando e rindo da gente, olhei em volta não reconheci nem um rosto amigo. depois de um bom tempo fazendo uma bagunça na minha goma, quebrando coisas caras, vasculhando até o forro, quebrando até às paredes eu já estava queimando por dentro de tanta raiva, foi quando chegou o Marcão, um policial muito bem pago por mim pra eu não ir preso, veio ele e mais 4 da corja dele, só me olhou e não disse nada, ninguém ali pode saber do nossos acordos. policial Marcão- tão pelados por que? vão fazer cirurgia pra ver se tem dinheiro escondido nós órgãos? perguntou ele sério pro policial que estava nos vigiando. policial 4- delegado Martins só deu ordem pra manter eles aqui. o delegado Martins estava no quarto de hóspedes quebrando minha parece de gesso, não ouvia a gente na sala. policial Marcão- fala sério, isso aqui é desumano, eu vou lá dentro pega uma bermuda pra ele e um vestido pra moça. ele foi lá no quarto não demorou muito voltou e colocou a bermuda em mim, e o vestido na Estela que estava cheia de vergonha. Estela- obrigado. Derrepente, chegou meus 4 advogados, doutor Paulo, doutor Rafael, doutor Marcelo, e doutora Daniela. Doutor Rafael- onde está o mandado e quem tá comandando esse circo? ele perguntou pro Marcão dando a entender que não estavam juntos ao meu favor, nisso veio do quarto o delegado Martins. delegado Martins- estava demorando pra chegar a cavalaria, mesmo sem um telefonema do cliente vocês sempre aparecem, isso é muito estranho, não acham? falou debochando, e intrigado. Doutora Daniela- estranho é os direitos humanos aqui não presentes, por que meus clientes estavam pelados enquanto era cumprido um mandado de busca e apreensão? falou bem séria metendo marra de durona, o delegado Martins entregou o mandado nas mãos do doutor Rafael que já foi ler e analisar se estava tudo certinho. delegado Martins- tá querendo me ensinar a fazer o meu trabalho doutora? doutora Daniela- jamais só quero respostas, pra poder fazer o meu trabalho. delegado Martins- sendo assim então pergunta pra eles por que eles estavam pelados, o casal aí estavam em um momento íntimo, o que eu deveria fazer? esperar o melhor momento? falou rindo, é um filho da p**a mesmo. Doutor Marcelo- EAI encontrou alguma coisa? perguntou olhando diretamente pro delegado. delegado Martins- sim algumas gramas de maconha no quarto. ele disse cheio de raiva de não ter encontrado mais nada que ele pudesse me por na cadeia, eu comecei a rir, ele veio pra perto de mim pra tentar me bater, mais o doutor Paulo, ficou na minha frente, como um escudo. doutor Paulo- já sabe que não pode encostar nele né? falou bem sério olhando no fundo dos olhos do delegado recalcado do c*****o, ohooo dinheiro bem pago é o dinheiro que pago meus advogados, sem cao eles são fodas. Marcão- bom então vamos nessa, grama de maconha não é flagrante, apenas uso pessoal. ele falou bem tranquilo, tentando correr com eles dali. delegado Martins- ou eu posso levar o bonitão aí pra um interrogatório pra descobrir de onde ele comprou as gramas de maconha. olhei pra ele querendo degolar o pescoço dele, literalmente. Marcão- perda de tempo ele não vai falar e você não pode bater nele pra obrigar ele a falar, os advogados vão entrar na sala junto com você pra esse interrogatório, não vale o nosso tempo. delegado Martins- qual foi Marcão? tá do lado dele? Marcão- claro que não não passo pano pra bandido c*****o, mais eu já fui delegado, e também já fiz tudo o que você está fazendo e sei bem como isso funciona, a anos tento prender esse arrombado do c*****o e nunca tive um real motivo. mentiu na cara dura. o tal delegado engoliu a seco, tirou a algema da Estela e as minhas, quando se aproximou do meu ouvido disse baixinho. delegado Martins- eu ainda vou pegar você seu filho da p**a, eu vou acabar com sua raça. eu apenas sorri, o sonho dele é comovente mais um sonho impossível de acontecer, tô sempre 10 passos a frente dele, tenho metade do departamento dele trabalhando pra mim, ele acha mesmo que sou burro? que construí todo o império que eu tenho sendo um burro? posso até deixar passar algumas coisas batidos mais jamais vou dá esse mole de ir preso, nem fudendo.
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