capítulo 42

1002 Words
Tereza O Dante saiu de casa pra resolver os corres dele, eu me levantei e fui para o banheiro fiz minhas higiênis pessoais, tomei um banho demorado, depois sai do banho, me sequei, coloquei uma calça cargo bege, e um tênis branco, e um cropped branco, fiz um r**o de cavalo no cabelo e coloquei uns brincos argolas pratas, passei perfume uma maquiagem leve e estava pronta. peguei minha bolsa e fui saindo de casa, cheguei no portão e tinhas uns seis seguranças fortemente armados ali na frente, um deles se aproximou de mim e começou a falar. dino- satisfação patroa pode me chamar de dino, o patrão pediu para avisar a senhora que tô a sua disposição vou levar a senhora onde a senhora quiser. um moreno alto falou já abrindo a porta de um carro pra mim. Tereza- não vou me opor por que eu não conheço muita coisa aqui, mais já começa a me chamar de Tereza por que este é meu nome e senhora é a sua mãe. eles todos se olharam, acho que não estão acostumados com mulheres como eu. Dino- já é, então bora Tereza ? Tereza- bora. Entrei no carro e nos fomos primeiro a uma escola, ali pertinho do morro, o Dino ficou no carro eu entrei na escola e fui até a diretoria, perguntei a uma coordenadora como funcionava o supletivo. coordenadora- você pode terminar seu ensino médio em apenas um ano, e as aulas são a noite. ela respondeu bem simpática. Tereza- eu quero fazer, o que preciso para a minha matrícula? perguntei animada. coordenadora- precisa dos seus documentos, todos eles, se já estiver com você aí eu já posso fazer a sua inscrição. Tereza- ahaa sim, amanhã eu resolvo isso e venho trazer para você. Droga meus documentos todos ficaram na antiga casa da minha mãe, como eu sai correndo só com a roupa do corpo eu não peguei nada, nem mesmo minha carteira de indentidade, sai da escola e entrei no carro estacionado ali na frente, o Dino ficou em silêncio, eu fiquei pensando em pegar os meus documentos lá na casa da minha falecida mãe, aquele monstro não pode me impedir de entrar lá e pegar o que é meu, e depois de tantos anos agora eu já não tinha mais medo dele, eu vou resolver isso mais não hoje, hoje eu só tenho que focar na reunião importante do Dante. Tereza- Dino me leva em uma loja elegante que eu vi lá no Leblon, preciso comprar um vestido maneiro. Dino- você é quem manda patroa. Tereza- Dino meu nome é Tereza, não patroa. falei seria ele riu. Dino- já é. Chegamos em uma loja bem chique no Leblon, dessa vez o Dino não ficou no carro não sei o porquê mais ele quis me acompanhar, assim que entramos veio uma vendedora loira de farmácia, com um corpo siliconado e salto alto, com um sorriso forçado no rosto. Débora- bom dia me chamo Débora, no que posso te ajudar? Tereza- bom dia, estou procurando um vestido, nada vulgar mais também não quero nada simples. falei educada. Débora- sim entendo, mas precisamos ver qual o seu orçamento, pra ver se temos alguma coisa aqui que sirva em você. ela disse com arrogância, e eu entendi bem ela queria saber se eu tenho condições de pagar pelo vestido, era uma filha da p**a mesmo, dessas que gostam de humilhar quem ela acha que é inferior a ela, mais ela se deu mau. Tereza- escuta aqui sua..... eu não pude terminar a frase por que o Dino, se meteu na nossa frente e respondeu antes de mim. Dino- Mais respeito dona Débora, está aqui é a nova primeira dama do chefe, é a mulher do Dante, se você não quiser ficar sem sua loja e sem esse mega aí você deve tratar ela como ela merece, pegou a visão? ela ficou literalmente de boca aberta, como se tivesse vendo um morto na frente dela. Débora- Como assim primeira dama? e a minha prima Estela? eles não estão mais juntos? eu não estou sabendo de nada disso. com tantas lojas pra mim ir comprar um vestido eu cai justamente na loja da prima da Estela, o carma em, mais eu não ia baixar a cabeça nem ficar quieta. Tereza- Bom se você é prima dela, então você já deve saber que ela teve um longo caso com o ex parceiro do Dante, a informação que te faltou é que ele descobriu quem realmente sua prima era, e que agora eu sou a mulher dele, muito prazer me chamo Tereza. falei com o mesmo tom de arrogância que ela usou comigo, jamais iria levar desaforo pra casa. Débora- bom esse assunto não me diz respeito, muito prazer Tereza, venha vou li mostrar a coleção nova que chegou, aceita um champanhe? ela falou sínica engolindo o seu veneno. Tereza- claro queria, e traz uma taça pro Dino aqui ele também está com sede. falei sorrindo. ela entrou lá dentro, quase tendo um ataque estérico eu fiz cara de paisagem, ela vai aprender a lidar com as pessoas hoje, por que eu tô o puro suco do deboche e não aceito pra estas patricinhas filhinha de papai. Experimentei 4 vestidos diferentes e nem um me agradou, no quinto vestido percebi que era perfeito para a ocasião, eu iria ficar deslumbrante, me animei, também peguei sandália de salto bem alto, assim eu ganho mais altura, depois que pagamos uma fortuna por um vestido e um par de sandálias, saimos da loja e entramos no carro. Tereza- Dino você sabia que a loja era dessa prima da Estela? Dino- sabia sim patroa, por isso eu desci e fui junto com você, eu conheço bem estas primas da dona Estela, são tudo carne de pescoço, mais a senhora botou no bronca lá, gostei de ver. eu comecei a rir, até fiquei meio assim dele me chamar de patroa e senhora, mais deixei passar, seguimos nosso caminho até o morro.
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