Dante
Dante- c*****o preta, você está linda, tudo isso é meu?
a primeira coisa que pensei quando vi a Tereza toda produzida, é que hoje eu ia me incomodar com algum filho da p**a, ela chama atenção onde ela passa sem toda essa produção e assim desse jeito, fudeu.
Tereza- obrigado amor, você sabe que sou toda tua, agora vai se arrumar, eu estava aqui esperando você a mais de meia hora.
ela disse cruzando os braços no próprio corpo, o tanto que é linda ela é brava, e eu me amarro.
Dante- eu estava resolvendo uns b.o preta, mais marca um 10 lá em baixo eu já tô descendo.
ela concordou com a cabeça e foi até a sala me esperar, eu fui toma um banho quente e depois que sai do banho coloquei uma calça jeans skin escura um tênis Nike branco e uma camisa social preta, meus cordão de ouro, relógio Rolex de ouro passei perfume, botei a peça na cintura e estava pronto, desci as escadas até a sala e ela já estava lá em pé perto da porta me esperando impaciente.
Tereza- tá Lindo amor, vem cá.
ela veio sorrindo me puxando para um beijo gostoso, segurei sua nuca com uma mão e a outra já botei no seu bundão, ela segurando o meu rosto faminta de carinho e desejo, to ligado que quando nós chegar aquele quarto vai pegar fogo, nós afastamos e saímos de casa, meu carro volvo estava na garagem, entramos e saímos para fora do morro.
fui dirigindo ouvindo uns trap, com uma mão no volante e a outra mão na coxa dela, ela no banco ao lado animada sorrindo e cantando, c*****o até os momentos mais simples ela torna eles únicos.
assim chagamos na entrada da mansão do barão em Copacabana, e já vejo os carros de alguns aliados entrando, entro também, estaciono o carro no estacionamento bem em frente a entrada da casa, desci do carro e depois abri a porta para a minha dama da noite descer também.
Tereza- obrigado amor.
ela disse sorrindo.
o Fernando, desceu do carro ao nosso lado, sozinho sem a Gabriela, achei estranho, já tinha uns dias que ele não falava nela.
Tereza- cadê a Gabriela? ela não veio com você ?
Tereza perguntou na hora, sem disfarçar.
Fernando- não eu e ela não estamos mais juntos.
Fernando respondeu bem tranquilo.
Dante - e você tá bem com isso mano?
perguntei olhando pra ele preocupado.
Fernando- tô suave mano, acho que foi melhor assim, agora vamos entrar, já tá todo mundo aí.
ele disse sério, querendo sair do assunto.
Tereza
Entramos em um casa maior que a casa do Dante no morro, havia muitas pessoas, era basicamente uma festa, uma música de fundo tocando em som ambiente ali dentro da casa, todos bem arrumados e elegantes, Dante segura firme a minha mão, como se tivesse marcando território, fomos ate o pátio onde havia até uma banda ao vivo tocando em um palco improvisado, do nada aparece um homem mais velho de barba, veio se aproximando da gente, com um sorriso sínico de cara eu já não gostei dele, quando ele chegou bem perto notei o Dante encarando ele.
Barão- boa noite Dante, vejo que veio muito bem acompanhado com todo o respeito, então essa aí é a sua senhora?
ele perguntou olhando pra mim de cima a baixo, com cobiça, um olhar que me deixou nervosa.
Dante- sim ela é a minha mulher, a primeira dama, Tereza este é o barão chefe da cúpula por enquanto.
Dante disse sério.
Tereza- prazer senhor barão.
falei dando a mão pra ele, ele apertou minha mão depois soltou.
barão- o prazer é todo meu, e perdoa o Dante ele deve está confuso hoje, dizendo que sou o chefe por enquanto, não sei de onde ele tirar estas ideias, vou morrer chefe dessa família.
os dois riram, Fernando continuou sério.
Dante- falei por que você tá muito velho barão, nunca se sabe o que pode acontecer.
Dante falava como se tivesse um duplo sentido.
barão- não tão velho assim Dante, ainda tenho muita lenha pra queimar, moleque atrevido.
Dante- o bom é que você é otimista.
Barão- Tereza ele é sempre assim, um verdadeiro comediante, bom mais se divirtam, aproveitem a festa, mais tarde vamos resolver nossos assuntos na salinha Dante, tem alguma aqui que quer uma reunião com você.
Dante- já é.
o velho saiu de perto de nós e fomos até a mesa grande de bebidas, Dante pegou um whisky e o Fernando também, eu peguei apenas uma água com gás, não queria beber pra não fazer ele passar vergonha na nossa primeira aparição em público.
tereza- eu não gostei daquele velho, não sei explicar mais senti uma sensação r**m, você precisa tomar cuidado com ele Dante.
falei lembrando de como ele me olhou.
Dante - relaxa amor, eu sei lidar com aquele velho do d***o, e você vai ver ele o mínimo possível eu prometo.
ele falou me dando um beijo no pescoço, estamos distraídos conversando e bebendo quando vejo ela vindo em nossa direção em um vestido rosa e o cabelo liso como uma verdadeira Barbie siliconada.
Débora- boa noite Dante, tive a sorte de conhecer a sua nova mulher hoje, de onde mesmo ela é?
falou olhando pra ele como se quisesse matar nós dois, ou procurar algum defeito em mim, além do maior de todos de eu não ser a Estela.
Dante- Débora? o que você está fazendo aqui?
Dante perguntou irritado.
Débora- eu vim para uma reunião com o barão pra saber o proceder do que foi feito com a minha prima e a minha tia, elas desapareceram, o do nada você aqui com outra mulher, estranho né ?
falou com tom de sarcasmo.
Dante- não tem nada estranho não Débora, sua prima é uma vagabunda, traíra, e você sabe bem o que acontece com quem é traíra.
ele disse indo pra cima dela eu segurei ele pelo braço tentando acalmar ele.
Débora- não interessa o que ela fez ou deixou de fazer o crime tem que me dar uma satisfação, eu exigi uma reunião com o barão e ele vai me conceder.
ela dizia com um ar superior.
Dante - tá brincando com fogo filha da p**a.
Dante deu um sorrisinho frio pra ela.
Débora- e além do mais eu não vim sozinha, também vim curtir a festa, eu estou com meu namorado o advogado do barão ele está logo ali.
ela disse sorrindo, e olhando pro lado derrepente vejo o advogado se aproximando de nós, e pro meu azar o advogado namorando dela era o paulo um dos meus clientes vips da boate, assim que ele me olhou ele fez aquele sorriso de quem eu sei o que você fez no verão passado, fudeu.