CAPÍTULO 31 Às 17h30 já estávamos no aeroporto. Me despedi da minha mãe com um abraço apertado e eu e o Andrei embarcamos no avião. Coração a mil. E como aquele homem estava bonito! Não tinha como não olhar. Vestia uma calça jeans clara, camiseta branca básica, jaqueta de couro preta, botas e ostentava aquele cabelo bagunçado charmoso com óculos escuros na cabeça — bem no estilo bad boy de filme, exalando aquela aura perigosa e confiante. Aquilo era como mel para a mulherada. Parecia que, para todas as mulheres da sala de embarque, o tempo tinha parado e só existia ele no mundo. Coisa de louco. Odeio admitir, mas senti uma pontada absurda de ciúmes me queimando por dentro. Assim que nos acomodamos nas poltronas da primeira classe, veio uma comissária de bordo toda simpática, ostentando

