CAPÍTULO 28

2151 Words

Eu ainda estava sentada ali reparando aquela casa sem vida. Não entendia porque Verônica morava em um local tão frio, tão estranho para uma mulher casada. Normalmente quem casa quer encher à casa de móveis de flores, de vida. Muito estranho isso aqui. Verônica volta com maior sorriso no rosto e minha vontade é de ir embora desse lugar frio.  - Dayane, trouxe água para nós duas. Ela fala colocando uma bandeja no sofá. Estranho que não tem nenhuma mesinha de centro. Mais estranho ainda ela me trazer água sendo que não pedi. Depois do médico, eu só bebo água ou qualquer líquido na minha casa, ou que eu mesma tenha comprado a bebida.   - Desculpe Verônica, mas eu não quero água. Não quero beber nada. Digo e ela me olha triste.  - Porque? Não está com sede? Ela questiona  - Não. Obrigada! O

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