Acordo em uma escuridão. Me sento limpando meus olhos. Olho todo o quarto escuro. Acho que dormi demais. Levanto e uma dor enorme me atinge. Tinha me esquecido dessa faixa que está apertando até à minha alma. Até para respirar está difícil. Arrumo meu cabelo antes de sair pela porta. Com certeza minha cara deve está toda amassada e ainda horrorosa plá careta de dor. Olho corredor de um lado ao outro sem saber onde ir. Para que uma casa tão grande para um homem só? - Boa tarde Srta! Uma senhora de cabelos meio ruivos aparece ao meu lado. A Srta está bem? - Boa tarde! Sra. Digo meio sem jeito. Sim estou. Ela deve ter percebido minha cara de dor. - Sou Vera. A governanta do Sr Villaça. Ela fala com carinho. - Meu nome é Dayane. Estou procurando a saída. - Há claro, é por aqui. Ela ap

