Dediquei o dia seguinte para somente procurar pelo Nate. Se ele é o verdadeiro pai do bebê, merecia saber. Eu sei, ele havia me dito que não queria saber, eu sei que ele se acha incapaz de cuidar dessa criança, e talvez falte mesmo um pouco de estrutura. Mas eu vi o brilho nos olhos dele quando lhe contei a hipótese de ser seu. O primeiro passo que dei foi ligar para o seu telefone, eu já sabia que não teria sucesso, mas preferi descartar as possibilidades mais simples. Fui até a casa dele com muito medo. Tinha medo do que podia encontrar lá. Estacionei um pouco mais longe que usualmente porque não podia deixar tão óbvias as evidências. Meu celular começou a vibrar enquanto eu ainda estava dentro do carro. Era o Jasper, provavelmente preocupado comigo. — Oi, tudo bem? — Indaguei. — Sim,

