Sinto alguma coisa em meu rosto, limpo rapidamente. — Vamos! – meu corpo é chacoalhado. – Acorde! — Me solta, Bernardo! – empurro seu rosto. – Como você entrou aqui? O homem se joga em minha cama, matando qualquer resquício de sono que ainda existia em mim. Indignado, olho para meu relógio na mesa de cabeceira e suspiro ao ver que ainda eram seis da manhã. — Eu sou seu melhor amigo, i****a. – ele entra debaixo do meu edredom. – Você liberou minha entrada, esqueceu? Seu leitor tem a minha digital. Cubro meu rosto com as mãos. Que merda eu estava pensando quando permiti que esse nerd hiperativo tivesse acesso total a minha cobertura? Nem mesmo minha família sabia desse lugar. — Bernardo Alencar. – sento-me na beira da cama. – Me dê um único motivo para não descarregar minha arma

