— Acorda, princesa! — disse o grandão, jogando um balde de água barrenta no rosto de Isaac. O militar acordou assustado, começando a perceber aos poucos o que tinha acontecido. — Ei! Ei! Calma aí! Você está muito bem amarrado, não vai escapar nem tão cedo, meu garoto! — avisou o ex-prisioneiro, sorrindo. Isaac estava amordaçado e amarrado na grade da janela. Todos estavam no primeiro andar por causa da inundação, e decidiram amarrá-lo ali porque era o local mais firme. O rapaz estava sentado no chão, com as duas mãos presas por uma corda presa na grade de ferro e acima da cabeça. Ele tentou falar, mas o máximo que conseguiu foi soltar gemidos agressivos. O local onde estavam não era mais na salinha da briga, mas sim em outra bem parecida com aquela, ao qual tinham três colchonetes no

