Andrey está a horas suando frio e me olhando com olhar de temor,eu fazia o mesmo em minhas condições,meu lábio inferior ardia com tantas as vezes que mordi para controlar meu gemidos de dor e sempre soltava espasmos dolorosos pela boca. -Sua mão já deve estar dormente,deixa que eu pressiono a ferida patrão!-Andrey fala derrepente,realmente já nem aguentava pressionar minha mão direita sobre as pulsações de sangue que eu ia perdendo por todo o terno e a minha calça social. -Cai fora!-Grito fazendo ele se afastar. -Quer realmente morrer merda?!-Ele berra passando uma de suas mãos em seu cabelo loiro ficando vermelho de raiva e se vira pra mim apontando seu dedo indicador.-Eu não saí de um país para outro quase entrando em um tiroteio pra você morrer quase na chegada Alexandre! -Ta cuidan

