Capitulo 18 part2

4142 Words
A manhã de natal da casa dos Mendes foi um tumulto. Logo após o café da manhã, Greg fez questão de ser o primeiro a receber os presentes dele primeiro, muito obrigada. Depois, mutuamente, as pessoas foram revezando. Madison deu um helicóptero a Niall. Sophia, um iate novo a Liam. Elas, em geral, ganharam jóias. Karen ganhou dos filhos um estojo completo (brincos, colar, pulseira, anel e tornozeleira) de Tanzanita, combinavam com os olhos dela. Não havia muita coisa que Karen não tivesse no momento, de modo que o jeito era apelar pra jóias. Falando em jóias... Shawn: Feliz natal. - Disse, se inclinando atrás dela. Todos observavam, sorrindo. Camila apanhou a caixinha, tirando o papel encontrando uma caixa preta de veludo.   Era o maior e mais lindo colar de diamantes que ela já vira. Daqueles que encaixa no pescoço como gargantilha e segue, cobrindo o pescoço e caindo pelo colo. Os detalhes, em prata, eram minimamente perfeitos. Ela se encontrou sem voz.   Shawn: Bonito e vazio. - Alfinetou, no ouvido dela, como se fizesse carinho - Assim como você. - Completou. Camila recobrou a voz com aquela ofensa. Sorriu.   Camila: Obrigada, querido. - Disse, falsamente terna, selando os lábios com os dele. Ele grunhiu com o contato. - Também tenho presentes. - Disse, radiante, saltando pra fora da cadeira. Shawn (e todos) se sentaram, vendo Camila procurar nos pés da arvore até achar... Dois pacotes. Ele passou a mão na sobrancelha, já esperando merda. Ela não saiu de casa e nenhuma encomenda subiu sem passar pela vistoria dele, de modo que não tinha como ser nada bom. Camila: Não tinha como te dar um meio de transporte nem nada disso... - Disse, fingindo estar sem graça e ansiosa.   Shawn: Tenho certeza de que vou gostar, seja o que for. - Sophia abraçou o marido, evitando rir do teatro.   Camila: Merry Christmas, baby. - Disse, oferecendo.   Ele abriu primeiro o pacote maior. Era um livro normal, da biblioteca dele, sobre o histórico da queda da bolsa de valores, tinha a capa azul marinho, ele reconhecia pela lombada... E na frente ela imprimira e colara uma folha de papel oficio, com os dizeres "Manual de como deixar de ser um filho da p**a", em letra cursiva.   Camila: Gostou? - Ele parou, encarando-a um instante. Ela saltitava na frente dele - Talvez você possa emprestar a Perrie, acho que vai ser útil pra ela também. - Disse, e Perrie ergueu a sobrancelha, com um Greg que colocava as pilhas no controle do seu carrinho no colo.   Liam: Que livro é esse? - Perguntou, curioso. Madison se esticou, olhando. Shawn ainda encarava Camila, que sorria.   Madison: Ai, meu Deus. - Gemeu, caindo no riso.   Aaliyah: Certo, que livro é esse? - Repetiu.   Karen: Não sejam m*l educados, o presente é dele. - Ralhou, e os dois pararam. Madison se esticou, murmurando no ouvido do marido, e Niall riu de leve.   Camila: Ande, abra o outro. - Disse, e Shawn apanhou a outra caixa. Pra seu desgosto ela apanhou o livro e se sentou no colo dele. O segundo presente era um rolex, com a pulseira de prata e trabalhado em platina. Era o presente que ela precisava dar pra sustentar a fachada do casal feliz. Custara uma fortuna, ela fizera questão.   Camila: Comprado com seu dinheiro. - Destacou, beijando a orelha dele do mesmo modo que ele fizera com ela. Camila tinha um cartão de emergência em casa. Dera uso, pelo visto. Shawn: Natural, sendo que você não tem mais nenhum. - Respondeu, em um murmúrio. Karen: Certo, quem é o próximo? - Perguntou, entendendo aquele pequeno dialogo como um agradecimento. Greg: Eu tenho um presente! - Lembrou, pulando do colo de Perrie e indo até a arvore. Apanhou algo e se voltou pra Camila - Feliz natal. Camila: Oh. - Disse, parando de unhar Shawn por debaixo da camisa e apanhando o presente - Obrigado, querido. - Disse, abrindo o presente. Era um urso de pelúcia marrom, bonito, com um laço vermelho no pescoço. Shawn: Ela já é grandinha pra brincar de urso, não acha?- Alfinetou, e o menino ignorou. Camila: Cale a boca, o presente é meu. - Disse, acertando-o com uma cotovelada sutil, que doeu feito o inferno - Eu adorei. Obrigada, querido. - Disse, se esticando e dando um beijo demorado na bochecha de Greg, que corou - Feliz natal. - Disse, bagunçando o cabelo dele, que sorriu, satisfeito, voltando pra sua pilha interminável de brinquedos. Não era só capricho, aquele urso realmente tinha significado pra ela. Era como a infância que ela jamais tivera. Essa etapa da vida dela, de brincar de ursos e bonecas, lhe fora roubada de forma c***l, de modo que ela não vivera isso. Guardaria o urso, com mais carinho do que o colar que ganhara de Shawn. Nada ocorreu até a tarde, quando todos se reuniram pro "chá" da tarde. Madison enjoou com o cheiro do chá, de modo que ficou com suco. Servia mais pra todos conversarem. O tempo havia melhorado, e foram colocadas mesinhas de chá no jardim. Os casais ficavam frente a frente nessa mesinha. Greg brincava, pilotando seu avião pelo jardim. Shawn, pra variar, ignorou Camila, conversando com a família. Até que ela se cansou e subiu o pé por debaixo da mesa, alcançando o pênis dele, protegido pela calça jeans. Shawn segurou o pé dela, empurrando-a, mas ela voltou. Ele a encarou e ela sorriu. Camila: Algum problema, querido? - Perguntou, desentendida, os dois totalmente protegidos pela toalha de mesa.   Shawn: Em absoluto. - Disse, irônico, e o sorriso dela aumentou enquanto ela fazia o pé descalço ir e vir pelo m****o dele, conversando com Madison da forma mais distraída possível.   O m****o de Shawn ganhou vida debaixo do pé dela, mesmo contra a vontade dele, que agora parecia irritado. A brincadeira durou minutos, e a cada segundo ele endurecia mais. Quando ela brincou com o botão da calça dele, ele agarrou o pé dela de novo, parando-a. Camila ergueu a sobrancelha pra ele.   Shawn: Acho que vou mostrar a propriedade a Camila. Não a conhece direito ainda, não é? - Comentou, e todos olharam. Camila: De fato, não. Mas não precisa se interromper só pra me mostrar agora, está tudo bem. - Disse, com receio do olhar dele.   Shawn: Não, eu faço questão. - Disse, colocando o pé dela de volta no chão e se levantando de lado, de forma que a ereção evidente dele não era visível a quem estivesse na mesa.   Karen: Tudo bem, querida. Aproveite. - Camila assentiu, se levantando. Shawn a abraçou pelo ombro e ela rosnou com o contato, acompanhando-o. De longe, um casal apaixonado caminhando. De perto... Camila: Pra onde está me levando? - Rosnou, olhando pra frente. Ele sabia que ela já havia percorrido a maior parte da propriedade, antes do acidente de Aaliyah.   Shawn: Um lugar que eu meus irmãos construímos pra Gregory brincar, mas minha mãe vetou, por ser muito afastado da mansão. - Disse, impassível.   Camila: E você está me levando pra ver isso porque...? - Perguntou, os dois caminhando em um ritmo lento, tranquilo. Shawn: Porque assim que estivermos distantes o suficiente, eu vou dar uma surra em você. - Começou, e ela arregalou os olhos - Pra aprender a não me afrontar na frente dos outros, e principalmente, pra não me olhar do jeito que me olhou quando ergueu a sobrancelha. - Completou, tranquilo. Camila trancou as pernas no chão, mas ele a forçou, fazendo-a cambalear na grama.   Camila: Está de brincadeira? - Perguntou, exasperada.   Em reposta Shawn riu, apertando o abraço e rebocando ela pelos ombros em direção ao fundo da mansão. Ao passo que estavam, não demoraria muito sumirem do alcance dos Mendes. Sim, ele estava falando sério. Camila tentou se soltar o caminho todo, sem sucesso. Depois que eles despistaram da família Shawn a apanhou pelo braço, e passaram a andar mais rapidamente. Dentre minutos chegaram ao que seria a casa da arvore de Greg, se Karen não tivesse impedido. O interior estava pronto, com uma cama de madeira e uma mesa com cadeiras até. Faltava terminar o verniz, pôr a porta, cravar o buraco da janela (só tinha o desenho). Era pra ser um presente de aniversário pro menino. Eles iam pagar pra subirem quando estivesse pronto, mas Karen impediu então ficou lá mesmo. Greg ia lá as vezes, motivo pelo qual havia uma bola de basquete e um livro de colorir ali, mas nunca ficava muito, porque sempre estava acompanhado ou da mãe ou de um segurança, e gostava de brincar sozinho. Camila: Eu disse que tinha que ser consensual. - Cuspiu, esbaforida, quando ele a largou dentro da casa de madeira. Era alta o suficiente pra que ambos ficassem de pé tranquilamente, e ampla o suficiente pra que ela tivesse como se afastar.   Shawn: Você disse que sexo tinha que ser consensual, e eu aceitei. - Disse, terminando de empurrá-la pra dentro. - Disse que ia ter dar uma surra, não que ia t*****r com você. - Disse, empurrando-a pra dentro.   Camila se encolheu, protegendo o rosto como reflexo, esperando que ele esmurrasse ou estapeasse ela, mas ele riu ao invés disso. Ela destapou os olhos só pra arregalá-los: Ele estava desabotoando o cinto. Era de couro, preto, grosso o suficiente pra ela querer distancia.   Camila: Eu vou passar m*l! E você vai ter que se explicar! - Ameaçou, em um blefe. Ele riu.   Shawn: Você só passa m*l quando alguém tenta prender ou forçar você. Não é o caso. Você está otimamente bem. - Concluiu, puxando o cinto da calça. Camila bateu em retirada, sem nem saber o que estava sentindo. Shawn bloqueou o caminhou dela, que apanhou a bola de basquete em cima da mesa e atirou nele, acertando-o no meio da cara e ganhando o segundo que precisava: Disparou porta afora - Dessa vez era sua vida em jogo. Shawn era forte, mas Camila era pequena, rápida. Ela pulou pra fora das sandálias, forçando suas pernas a correrem o máximo que podia, os pulmões doendo, sabendo que ele estava bem atrás dela. Em um momento ele quase a agarrou, a mão raspando o casaco dela, que gritou. Quando alcançou o parquinho soube que não conseguiria desviar dos obstáculos antes dele pegá-la. Parou, colocando um carrossel entre os dois, e notou que Shawn tremia de rir. Shawn: Você é boa correndo. - Admitiu, investindo pra um lado. Ela correu pro outro. Camila: É, tenho histórico com a propriedade. - Disse, irônica - Você enlouqueceu?! Shawn: Você sabe que vai voltar, acho graça na sua tentativa. - Admitiu, tentando atacá-la de novo. - Eu avisei pra você não me olhar daquele jeito. Falei mil vezes. Você escolheu ignorar. Camila: Ai você resolve me bater? - Perguntou, e ele ergueu as sobrancelhas, vendo-a tirar o casaco. Usava uma calça moletom cinza, camisa branca e casaco azul, com rendinhas. Shawn: Veja, começou a chover. Um motivo obvio pra minha família não sair de dentro da mansão. Pobre Camila. - Debochou, se referindo a chuva que começava a cair - Pode ficar de roupa. - Dispensou, atacando-a de novo... E ela meteu o casaco na cara dele, batendo em retirada.   Não durou muito - ele estava perto demais. Logo, com um grito, ele a apanhou pela cintura, erguendo-a do chão. O cabelo de Camila estava sobre o rosto e ela se debatia, tentando a todo modo se soltar, mas ele nem ligou. Só a largou quando voltaram a casinha de madeira.   Camila: Além de frustrado você é psicopata. - Disse, as mãos a frente inconscientemente, vendo ele pegar o cinto que deixara em cima da mesa. Ele dobrou no meio, esticando-o, e viu Camila recuar. Sorriu. 50% da coisa era o medo. Shawn: Claro que sou. Permita-me repetir, você corre muito bem. Tem ótimas pernas. - Elogiou.   E ele a atacou. A primeira cinturada pegou na coxa, a segunda também, e ela gritou, se desviando. Não era bem dor, dooor, ardia fortemente, ela notou.   Shawn: Venha cá. - Chamou, a voz mais alta pelo barulho da chuva, chamando-a com a mão - Tenho a tarde inteira. Você pode vir, e eu posso ser razoável, ou você pode não vir, e eu vou te pegar do mesmo jeito. - Disse, divertido.   Ela grunhiu, indecisa. Não era pela dor - era pela afronta. Quem ele achava que era? Mas no fim ergueu a mão tremula, apanhando a ele, que a puxou pra frente, levando-a até a mesa. Ele afastou uma cadeira, pondo-a perto da porta e jogou o livro de colorir de lado. Shawn: Ampare as mãos na mesa e empine a b***a. - Ordenou, e ela cruzou os braços. Ele revirou os olhos, apanhando-a a força e espalmando as mãos dela na mesa. Levou um braço ao redor da cintura dela, fazendo-a se empinar - Isso, bem assim. Camila: Que merda você tem na cabeça? - Perguntou, uma vez que o pânico havia passado, totalmente ultrajada. Ele sorriu e ela grunhiu quando o cinto atingiu a b***a dela, cravando as unhas na mesa. Shawn: Conte. - Ordenou, e ela ergueu a sobrancelha. Se arrependeu na hora. - Você não aprende nunca. - Murmurou, apanhando força e acertando-a com o cinto de novo. Camila: Um! - Exclamou, exasperada.   Shawn: Melhorou. - Disse, se posicionando ao lado dela. Camila: Sabe que isso é ridículo, não é? Dois! - Gemeu, ao ser atingida no mesmo lugar. Quando a pancada repetia o lugar, o ardor se intensificava, beirando a dor. Shawn: O que você acha sobre o ato de erguer a sobrancelha pras pessoas? - Perguntou, endireitando o cinto na mão. Camila: Três. - Grunhiu, apertando a mesa e respirando fundo - Útil pra quem merece. - Alfinetou, sorrindo pra ele, e o barulho do cinto estalou - Quatro. - Murmurou, respirando fundo. Shawn: Eu não ouvi. - Perguntou, observando-a. Camila: Prático. - Insistiu, satisfeita - Cinco! AI! - Se revoltou, se levando - Está me machucando! - Disse, obvia, e ele riu empurrando-a de volta a mesa. Shawn: Sério? Não me diga. - Disse, debochado - O que acha do modo como você me olhou na mesa, Camila? - Insistiu. Camila: Adequado. - Disse, deliciada - SEIS! - Gritou, sem perceber que alterara a voz. Ele queria que ela baixasse a guarda. Que admitisse que era errado só porque ele não gostava. Só que Camila tinha experiência em lidar com dor - o que a fez resistente, e a resistência dela o irritou. As cinturadas ganharam força, e ela se mantinha.   Camila: QUATORZE! - Disse, tremula, e se virou pra ele - Acho... Agradável. - Respondeu, tranquila, sorrindo pra ele. Ambos arfavam. Shawn: Você vai perder. - Avisou, em um murmúrio, e o cinto estalou de novo. As mãos de Camila estavam doendo pelo peso carregado, fora a b***a dela, que agora ardia sozinha. O cinto a atingiu de novo, queimando a pele. Levou mais uma rodada inteira, ela descrevendo o ato com todos os adjetivos que encontrava em mente, mas estava se cansando, ao contrário dele. A chuva caía, forte, lá fora, encobrindo os gritos dela e o barulho do cinto. A situação em si estava mexendo com ela: Não sabia se era bem t***o, mas o fato de estar naquela situação a deixava eriçada.   Camila: Vinte e cinco. - Grunhiu, o braço tremulando - Eu acho... Errado. Shawn: Não ouvi. - Disse, refreando a cinturada. Camila: Eu disse que acho errado, seu filho da p**a, parabéns. - Repetiu, e respirou fundo quando ele largou o cinto. O alivio durou pouco: Ele a agarrou pelo braço, levando-a até a "cama", onde a deitou em seu colo, de bruços - Você tem que estar de brincadeira. - Disse, afundando a cabeça no braço. Shawn não respondeu. Puxou a calça dela, abaixando-a e sorrindo ao encontrar as marcas vermelhas, vivas e definidas do cinto. Ela se remexeu, erguendo a cabeça.   Camila: Bater em mim te deixou duro. - Disse, sentindo a ereção dele contra sua barriga. Shawn: Você devia se ver agora. - Disse, massageando a b***a dela em círculos. Ela afundou a cabeça de novo, porque a massagem relaxava a pele irritada, apesar da mão dele arder. Camila: Tarado. - Atirou, em um murmúrio. Shawn: Está toda vermelha. - Disse, satisfeito. - Me pergunto se... Camila: AI! - Gritou, tentando se levantar ao receber uma palmada de mão cheia, mas ele a prendeu pelas costas - p***a, Shawn! Shawn: Agora tem a marca da minha mão também. - Disse, voltando a massageá-la - Pobre Camila. Toda marcada, sem ninguém pra defendê-la. Camila: Vai se f***r. - Mandou, sorrindo, debochada. Shawn: O que aprendemos aqui hoje? - Perguntou, falsamente paciente. Camila: Que sua filhadaputisse não tem limites. - Disse, de pronto, e ele a apanhou de surpresa, os dedos passando pela calcinha dela e sondando sua i********e, um penetrando-a. Camila arfou pela surpresa, e ele a manteve pela cintura. Shawn: Ora, veja só. - Disse, girando os dedos - Apanhar de mim te deixou molhada. - Citou a frase dela, debochado. Camila: Quer os parabéns? - Perguntou, derrotada.   Shawn: Você quer que eu coma você? - Perguntou, sorrindo de canto, girando os dedos preguiçosamente. Camila riu.   Camila: Quero que você tire as mãos de mim, palhaço. - Alfinetou, e pra sua surpresa, ele a largou. Ela olhou pra frente, confusa - O que foi? Shawn: Tirei as mãos de você. - Disse, obvio - Agora levante. Já terminei o que tinha pra fazer aqui. - Disse, dando dois tapinhas na b***a dela. Camila se apressou em escorregar do colo dele, antes que ele mudasse de idéia, e apanhou a calça no chão. Se arrependeu no momento em que sentou: A "cama" na verdade era esculpida totalmente em madeira: Um banco alto e largo de madeira maciça. Dura. A b***a dela doeu escandalosamente, e ela se jogou pro lado, esquivando dele e deitando de bruços, com um gemido derrotado. Ele riu. Camila: Vá embora. - Murmurou, e ele se virou, ainda rindo, vendo-a de bruços. Shawn: Tadinha dela. - Disse, se abaixando e mordendo a b***a de Camila, que gritou de novo, fazendo-o rir.   Camila: Vá embora. - Insistiu, se irritando.   Shawn: Olhe pra mim. - Ordenou, e só de s*******m ela não olhou - Camila, vire o rosto e lhe pra mim. - Mandou de novo, e nada. - Pela ultima vez: Olhe pra mim.   Ele a apanhou pelos cabelos, fazendo-a olhá-lo, e ela caprichou no olhar antes de revirar os olhos. Ele suspirou, apertando a força no cabelo dela, e ela sorriu. Ele ergueu a outra mão, tocando o lábio dela pesadamente, observando-o... Então ela havia sido erguida, montando no colo dele, os dois se beijando agressivamente. Ela mordeu o lábio dele com força, raivosa por ele ter batido dela, e ele grunhiu, apertando-a em seu colo, contra sua ereção. A mordida dela perdeu força. Porque sexo tinha que ser tão bom justo com esse filho da p**a? Os dois não se demoraram muito: Só a calça e os sapatos dele foram tirados, ele caindo de costas sobre a cama, batendo a cabeça no processo, sem deixar os lábios dela. Sim, bater nela lhe dera t***o, porque apesar de dor física ser o mínimo, ele queria que ela sofresse isso também. Ver ela sofrendo e pelas mãos dele fora... Maravilhoso. Nem a própria Camila sabia dizer porque se excitara. Só sabia que estava com um p**a t***o agora. Ainda beijando-o desceu a mão por dentro da cueca dele, encontrando sua ereção e agarrando-a, tentada a fazê-lo sentir dor também, mas perdendo pro t***o e masturbando-o. Shawn puxou a camisa dela pela cabeça, empurrando o sutiã de qualquer jeito e agarrando-lhe os dois s***s, apertando-os, fazendo-a arfar. Ele a prendeu, pela cintura, sujeitando os s***s dela como queria... Mas não deu certo. Ela não conseguia se mover. Nada bom. Camila: Não. - Murmurou, parando de acariciá-lo, mas ele não ouviu. O ouvido dela zunia, o ar fugindo - Shawn, não. Pare. - Disse, se debatendo, se sentindo presa. Shawn: O que foi? - Perguntou, erguendo o rosto, os olhos dilatados, até ver que ela falava sério - Oh. - Disse, soltando-a imediatamente, e ela respirou fundo. Ele a deixou por um instante, vendo-a inspirar profundamente. Camila queria que o perfume limpo da chuva e das arvores limpasse as lembranças. Camila: Está passando. - Disse, e ele deixou. Demorou mais alguns instantes. Ela parecia mais calma.   Shawn: Você está bem? - Perguntou, observando-a. Ela abriu os olhos, encarando-o. Este não era Zayn. Ela não era criança. Não estava indefesa, tanto que dominara a situação. Estava por cima. Ela não abriria mão disso. Então, ao invés de responder, o beijou de novo - Camila... - Murmurou, dentre o beijo, receoso de recomeçar e ela ter um colapso.   Camila: Eu estou bem. - Murmurou, voltando a masturbá-lo - Você perguntou se eu queria que você me comesse. - Instigou, mordendo a orelha dele - Eu quero. Quero muito. - Gemeu, e sentiu as mãos dele subirem por suas costas de novo, trazendo-a pra si.   Shawn: Desculpe. - Pediu, e ela assentiu, esfregando o rosto contra o dele. Era a primeira vez que ele se desculpava por alguma coisa.   Os dois retomaram o ritmo, ele voltando aos s***s dela e ela o tirou da cueca, libertando-o. Shawn observou ela se afastar um instante, se livrando da calcinha e voltando a montá-lo, pegando-o com a mão de novo. Ele achou que ela ia sentar nele, mas ela levou a cabeça do p*u dele mais acima, até seu c******s, masturbando-se com ele. Ela arfou com a sensação e ele grunhiu, observando. Ela tinha os olhos fechados, as camadas do cabelo alvoroçadas, totalmente dispersa. Shawn: Goze pra mim assim. Só fazendo isso. - Pediu, se deixando apenas observá-la, e ela assentiu.   Não custou nada. Ela não viu o olhar dele sobre ela, e nem ele sabia porque se permitia olhar. O orgasmo dela veio e ele observou ela morder o lábio, gemendo, languida, o rosto corando, e sorriu de canto. Enquanto ela se recuperava ele guiou a cintura dela, posicionando-se direito e penetrando-a, e foi a vez dele de gemer, afundando a cabeça pra trás. Camila franziu o cenho, unhando a barriga dele sobre a camisa. Camila: Filho da p**a. - Gemeu, sentindo-o pulsar dentro de si, e ele acariciou a barriga dela, segurando-a pela cintura. Era a enésima vez que ela o chamava de filho da p**a hoje.   Shawn: Estou tão fundo em você. - Disse, movendo o quadril dela lentamente. Estava totalmente enterrado nela, sentindo ela apertar cada polegada do seu m****o, tanto que parecia impossivel. - Santo Cristo. - Murmurou, ondulando a cintura.   Camila tomou impulso, começando a se movimentar, e os dois gemeram em deleite. Eram um casal estranho: Ele cheio de cicatrizes do passado, com um império nas mãos, ela com um trauma que não conseguia superar, assombrada o tempo todo, os dois se odiando... E funcionava. Funcionava a todos os efeitos. A chuva parou e os dois seguiram. Ele se sentou, mas quando foi passar pra cima dela ela o impediu, apanhando a mão dele e colocando sobre sua b***a, machucada. Ele riu gostosamente, um riso rouco que fez ela sorrir, beijando-o em seguida. Shawn gozou, pressionando-se dentro dela, e alguns movimentos depois foi a vez dela, que mordeu o pescoço dele, abafando o grito. Ele se amparou na parede, e os dois ficaram calados. Após algum tempo ela ajeitou o sutiã, o resto da roupa e ele se vestiu, ambos satisfeitos, relaxados, em silencio. Até que ela levantou pra ir embora. Cambaleou de volta, se amparando-o. Camila: Novidades, campeão. - Disse, parecendo achar graça. Ele a olhou, confuso. Shawn: O que foi? - Perguntou, observando-a enquanto abotoava o cinto de volta.   Camila: Vai precisar me carregar. - Disse, achando graça.   Shawn: Porque? - Perguntou, rejeitando de imediato.   Camila: Porque não consigo andar. - Disse, e ele ergueu as sobrancelhas, estourando de rir em seguida - É bom saber o que dizer a sua mãe, também. - Aconselhou.   Shawn: A chuva nos alcançou. - Disse, se aproximando - Nós corremos. – Continuou colocando uma mecha curta do cabelo dela atrás da orelha - Sua sandália partiu e você machucou a perna, por isso não anda.   Camila: Você, como é um marido preocupado, não quis que eu forçasse o pé daqui até lá. - Completou e ele assentiu. Ele se abaixou, carregando-a, e ela gemeu, rindo em seguida.   Shawn: Ok? - Perguntou, olhando-a. Ela assentiu.   Quem viu Shawn vindo ao longe, carregando uma Camila que o abraçava pelo pescoço, não tinha como dizer qual era o real motivo. Karen sorriu, olhando pela janela, achando os dois românticos. Não tinha nada de romance naquilo, mas mesmo daquele modo conturbado, parecia que os dois estavam encontrando um modo de fazer funcionar. Parecia.
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