ELE O vento sacudia a lona da barraca, trazendo, ocasionalmente, grossas gotas de chuva que se atreviam a invadir o meu espaço, resquício da tempestade que tinha desabado sobre nos. A fúria dos deuses, com seus relâmpagos e trovões, rivalizavam com a fúria dentro de mim. Pela entrada que deixei aberta, podia observá-la. Odessa… Excepcionalmente bela, sua figura sobressairia em meio a qualquer multidão. O seu nome ecoava na minha mente. Estava sentada debaixo da ampla barraca aberta que fora armada debaixo de uma árvore, para assegurar que estaria abrigada da chuva e não poderia escapar de nós. De mim… Ela segurava uma vara com a qual atiçava o fogo que a aquecia. O vestido humano e os cabelos escondendo parcialmente o rosto davam um toque de submissão. O aroma que advinha dela at

