Alexander entrou no galpão. Luiz estava sentado, já fraco. O lugar era uma bagunça e ele também, porque Van havia descontado a raiva nele. O pênis dele fora cortado e jogado fora. Alexander se sentou diante dele. — Quintina mandou um abraço. E as outras garotas que você violou também — disse, a voz baixa, fria. Luiz nem respondeu. Não podia. Já havia perdido a língua — tinha xingado Quintina, e Alexander a cortara fora. Agora, só restava o tiro de misericórdia. Na verdade, não havia misericórdia nenhuma. Usou a faca no coração do homem e, depois, arrancou e pisou em cima. Largou tudo ali, tomou banho e se vestiu. Saiu até com os ombros mais leve... assobiando... Lá fora, depois da grade, encontrou Mia com os olhos vermelhos. — O que houve, Mia? — perguntou. — Ranadi disse que sou

