Desceram do carro Alexander e Van; era fim de tarde. Alexander desceu e caminhou com passos firmes; sua presença impunha silêncio onde antes havia conversa. Ao lado dele, Van permanecia calado, os olhos atentos — sabia que o chefe estava por um fio, por um triz. Entraram no bar. Era um daqueles bares antigos, onde se pagava pouco para consumir. No centro do salão, Joabe, irmão de Quintina, estava sentado com um copo de cerveja pela metade. Parecia relaxado; ao avistar Alexander, seus olhos se arregalaram — mesmo sem conhecer bem o “rei do gueto”, notou que o homem estava com raiva. Por um instante, um silêncio cortou Joabe enquanto ele tentava entender aquele olhar e preparava uma justificativa. Alexander continuou a se aproximar. Aos poucos, as conversas minguaram; era como se todos in

