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DEVENDO AO PESADELO, [01/08/2023 00:25] Capítulo 93 Marielle narrando Eu olho para ele meio confusa, aquele homem me encarando, ele me olhava de outra forma, de uma forma estranha, ele tentava encostar em mim mas eu ando para trás impedindo que isso aconteça. - como você entrou aqui? – eu insisto em perguntar para ele e ignorando todas as coisas que ele tinha me falado. — Eu já respondi – ele afirma – por pessoas que acham que você também está no lugar errado e confiando na pessoa errada. — Voc~e matou a minha mãe e por algum motivo maluco, você quer eu e minha irmã, mas por qual eu ainda não sei – eu olho para ele. — Estou cansando já de você Marielle, tão teimosa como sua mãe, uma pena que você não a conheceu. — Como eu não conheci a minha mãe? – eu pergunto para ele e ele me encara com um sorriso no rosto – eu convivi com a minha mãe durante 17 anos até você m***r ela. — Eu não encostei um dedo em sua mão. — Pesadelo viu no vídeo quem matou. — E você ainda continua confiando nele depois de tudo? – ele pergunta me encarando – depois de tudo que eu falei para você? você ainda quer confiar nele? – ele me encara – fala sério Marielle, eu realmente achei que você era mais esperta. Eu sinto o choro de Isa mas quando eu me viro para ir atrás dela, tinha dois homens armados e eu me viro para ele me encarando. — Sua irmã vai ficar bem – ele fala — Deixa a Isa em paz. — Eu vou tirar vocês duas de dentro do morro e já estamos perdendo tempo Marielle – ele fala pegando em meu braço e eu tento me soltar – vamos embora. — Eu não vou – eu o empurro com força e ele me encara — Você não deveria está fazendo isso. — E porque não? – eu pergunto para ele – me diz, o que tem de tão importante em você? Porque eu devo respeitar você? – eu encaro ele nervosa e com muita raiva – você é um assassino, você matou a minha mãe. — Porque você é minha filha – ele fala e eu o encaro paralisando e eu não sei o porque eu começo a rir, se é de nervoso ou de desespero. — Eu não sou sua filha, meu pai morreu – eu falo para ele – meu pai me criou, me deu amor e carinho, você não é o meu pai. — Como disse, eu sou o seu pai – ele afirma e eu encaro ele – o sangue que corre nas minhas veias, corre nas suas – eu n**o com a cabeça. — Isso nunca! – eu grito olhando para ele – você não vai me confundir mais. — Mesmo que você não queira aceitar, eus ou o seu pai – ele fala me olhando – e ponto final. DEVENDO AO PESADELO, [01/08/2023 00:46] Capítulo 94 Marielle narrando Eu olho para ele negando com a cabeça, eu tento entender tudo que ele estava me falando e tentando puxar algo em minha cabeça. Ele me disse que eu não conheci a minha mãe, mas eu vivi com ela a minha vida toda, Ricardo acendo um cigarro e ele parecia bem tranquilo em relaçãoa tudo, ele não estvaa com pressa, como se tivesse tudo sobre o seu controle, como se Pesadelo não fosse chegar aqui tão cedo e nem mesmo iria se importar se a gente tivesse saído daqui ou não, eu começo a pensar em tudo que estava acontecendo nesse momento, nas coisas que ele me disse e principalmente por ter aberto a sua boca e ter falado que era meu pai, minha cabeça só pensa e pensa, fazendo diversos ecos, eu queria desvendar todos os segredos nesse momento. E por alguns segundos me vem na cabeça, que Pesadelo estava com ele nessa. Que na verdade ambos estão aliados, mas também começo a pensar, porque eles estariam aliados se eles se odeiam? Só se eu e a Isa fosse importante para eles?Não, mas também não faria sentido, porque Ricardo também odeia Pesadelo com todas as suas forças, da mesma forma que ele odeia. E seria difícil que toda a história fosse fingimento porque todos diziam a verdade. — Eu não quero te fazer m*l – ele repete a mesma ladainha – quem te fez m*l foi o Pesadelo que te espurou e fez tudo que fez com você, ele te matratou, maltratou você e a sua irmã, você realmente quer continuar ao lado desse homem? Quer continuar aqui dentro desse morro, onde todos dizem amém por ele? Ele continuava falando tantas coisas na minha cabeça, que minha cabeça só fazia nó e mais nó. — Você não é meu pai – eu afirmo e ele me encara – não é meu pai e jamais vai ser. — Eu sou seu pai – ele fala – e irmão da Isa. – eu olho para ele e vejo a minha cabeça fazendo um eco. — Que m***a é essa que você está falando? – eu pergunto para ele. — Eu nunca fui amante da mulher que você sempre achou ser sua mãe, eu era filho dela e do Rodolfo – eu olho para ele quase tendo um treco com suas palavras – você realmente acha que eu mataria a minha própria mãe? — Você não é filho deles, você quer confundir a minha cabeça – eu falo para ele – você quer me deixar louca, quer me fazer acreditar que você é o meu pai, para que eu saia com você por livre espontânea vontade de dentro desse morro sem fazer escândalo para que ninguém veja você, porque você sabe se Pesadelo e seus homens ver que você está aqui, eles vão te m***r. — Pesadelo nesse momento está longe – ele fala – bem longe, resolvendo coisas longe, você realmrnte acha que subiria o morro, entraria aqui sem ter plano nenhum? Tem muita gente dentro desse morro do meu lado, Pesadelo virou um homem asqueroso, sem piedade, fazendo com que muita gente sinta ódio dele, a verdade é que ele não tem pessoas em que pode confiar, porque todo mundo quer ver o tombo dele, e nesse momento ele está com uma pessoa que sempre quis ver o tombo dele e enfim tomar o morro de verdade, Pesadelo será apenas uma história que as pessoas vão comentar, e uma lembrança h******l em sua cabeça, porque ele não vai mais existir para infernizar a sua vida. — Do que você está falando? — Nesse momento, Pesadelo já deve estar morto – ele fala me encarando – tudo faz parte do meu plano e eu arquitetei esse plano durante todo esse tempo em silêncio. Eu sou seu pai, Isa é minha irmã e ninguém vai fazer m*l para vocês, vocês são a minha família, tem o meu sangue e eu irei proteger vocês sempre.
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