Ele me puxa pra trás com força, colando meu corpo no dele. Sinto o calor do peito dele grudado nas minhas costas suadas, o p*u dele deslizando dentro de mim com facilidade, estocando devagar e fundo, me fazendo gemer alto, igual uma p**a. Cecília: Filho da puta... — solto um sussurro rouco, jogando a cabeça pra trás no ombro dele. Ele crava os dentes no meu ombro, dá uma mordida forte que me arranca um arrepio, e ao mesmo tempo aperta meu peito com firmeza, massageando com a palma quente da mão. Farinha: c*****o, Cecília… tu de quatro assim? É s*******m. Tu é uma p**a gostosa do c*****o, sério… eu fico fora de mim. Olha essa b***a, essa b****a pingando pra mim… p***a, isso aqui é perdição, maluco. — fala no meu ouvido, a respiração quente batendo no meu pescoço, e eu me arrepiando toda

