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2595 Words
Alex Culpa e dor no saco são uma combinação perversa. Olho para o teto do meu quarto, incapaz de dormir. Eu me sinto um merda por chatear Mia, mas estava a segundos de tirar suas roupas e fodê-la no meu sofá. Enquanto estou deitado aqui na cama, me pergunto se deveria ter feito isso. Não há dúvida de que ela queria. Então, por que hesitar? Por que é tão complicado? Meu erro não foi dizer que não, ou até mesmo ficar com ela. Eu estraguei tudo bem antes disso. Não deveria tê-la convidado para cá quando já tinha resolvido que não ia dormir com ela hoje à noite. Pretendia recusar educadamente uma oferta para entrar quando a deixasse depois do jantar. Eu tinha tudo organizado na minha cabeça: um beijo doce na porta, algumas palavras sobre ir devagar, então eu não pareceria estar a rejeitando, e um boa noite. Então, eu ficaria fora das contas de mídia social da Lexi por alguns dias para não ouvir mais nada que eu não deveria de LV, convidaria Mia para sair de novo e deixaria as coisas acontecerem naturalmente. Ou fazer as coisas acontecerem? Eu a quero tanto a esta altura, que acho que seria difícil fazer outra refeição com ela. Mas quando chegamos ao apartamento dela e estava sem luz, eu não podia simplesmente deixá-la ali. Estava frio pra c*****o, e pude ver como ela estava hesitante em ligar para sua irmã. Decidi que poderia lidar com isso; ela poderia vir, ficar no quarto de hóspedes, e eu poderia continuar com a minha resolução de não dormir com ela. Mas o que meu cérebro me diz que devo fazer e o que o resto do meu corpo quer fazer são coisas muito diferentes. Depois veio o vinho, a conversa, os pequenos toques. Eu nem percebi que estava brincando com o cabelo dela até que encostei em sua pele. Depois que comecei a beijá-la, percebi que estava em apuros. Nesse ponto, por que parar? Por que não nos deixarmos levar pelo momento? É difícil de explicar. Eu tinha pensado em tudo antes de pegá-la, certificando-me de que minha decisão de esperar estivesse dentro do meu cérebro. Talvez tenha sido algum tipo de penitência por saber coisas que eu não deveria. Talvez seja a minha maneira de justificar por não dizer que eu sei que ela é LV. Mas senti que era incrivelmente importante que não deixasse as coisas ficarem muito físicas hoje à noite. No entanto, não achei que isso iria machucar Mia do jeito que aconteceu. Pensei que ela entenderia que eu estava tentando ser um cavalheiro, mesmo que não soubesse todas as razões. Mas ela se levantou e saiu tão rápido que não tive chance de explicar. Estou com o placar de zero a dois com Mia neste momento, e estou com medo de não conseguir um terceiro arremesso. Já faz algumas horas desde que fui para a cama, mas claramente não vou dormir tão cedo. Levanto-me e vou para a cozinha, certificando-me de andar em silêncio para não perturbá-la. Uma fresta de luz brilha sob a porta do quarto de hóspedes. Ela ainda está acordada? Balanço minha cabeça e continuo andando. Eu não sei o que dizer a ela neste momento, de qualquer maneira. Na cozinha, me sirvo um uísque. Talvez eu deva escrever alguma coisa, mas não posso envolver meu cérebro em torno de um enredo de romance agora – estou falhando muito na história da minha vida – mas posso trabalhar no meu romance de ficção científica. Isso pode ser uma boa mudança de ritmo. Faz meses desde que o abri. Uísque na mão, eu me viro e paro. Mia está de pé no corredor, os olhos arregalados, a boca aberta. — Desculpe... não sabia... eu só... — diz ela, cuspindo as palavras do jeito que ela faz quando fica nervosa. — Banheiro. Ela está olhando para mim, e levo um segundo para perceber que não estou usando nada além de uma cueca boxer. Eu olho de volta e ela está vestida com uma blusa rosa e shorts minúsculos que mostram... tudo. A camisa se agarra a seus s***s, seus m*****s aparecendo pelo tecido fino. Um pouco de pele se mostra entre a bainha e o cós de seus shorts. Suas pernas são longas com essa curva nos quadris que é tão fodidamente sexy. Porra. É depois da meia-noite, então tecnicamente já é o dia seguinte, certo? Coloco minha bebida na pia e cruzo a distância até ela. Ela começa a dizer alguma coisa, mas toco seus lábios com os dedos. — Sinto muito, Mia. Eu estava apenas tentando me certificar de que não avançássemos muito rápido. Eu não queria chatear você. — Estou confusa — diz ela. — Eu pensei que nós estávamos... e você queria... mas então você não... — Não, eu queria. Eu quero. — Então, por quê? — Eu continuo tentando fazer a coisa certa com você, mas acabo fazendo a coisa errada. — Eu deslizo minha mão em torno de sua cintura e a puxo contra mim, deixando-a sentir minha sólida ereção contra seu corpo. — Mas agora, tudo que eu quero fazer é f***r você até que não possa enxergar direito. — Sim, por favor — ela sussurrou. Não poderia pedir um convite melhor do que isso. Eu a levo em direção ao meu quarto, beijando-a, tirando sua blusa, passando minhas mãos por toda sua pele macia. Ela tira os óculos e os deixa no corredor. Em algum lugar no fundo da minha mente, sei que devo lembrar onde estão, para poder pegá-los mais tarde. Eu a empurro através da porta para o meu quarto, pegando-a quando ela tropeça, e desço seu short e calcinha pelas suas pernas. Eu a pego e a pressiono contra a parede, nossas bocas colidindo em um frenesi. Nós batemos forte e algo cai no chão, mas ignoro. Suas pernas me envolvem e sinto seu calor contra o meu p*u. Eu agarro sua b***a e beijo-a com força, liberando toda a tensão que estou segurando. Ela coloca as mãos no meu cabelo, me beijando como se estivesse frenética. Estou desesperado para estar dentro dela. Eu coloco as pernas dela no chão e puxo minha cueca para baixo, chutando-as para o lado. Sua mão está instantaneamente no meu p*u e eu gemo. Deslizo minha mão entre suas coxas e ela ofega quando deslizo contra sua umidade sedosa. Eu a acaricio, sentindo seu corpo responder. Ela me beija novamente e morde meu lábio inferior. — Oh, meu Deus, Mia, vou te f***r com tanta força. Nós vamos para a cama, ainda nos tocando, agarrando, acariciando, beijando. Ela bate na minha mesa de cabeceira e a lâmpada cai no chão, mas não poderia me importar menos. Eu a empurro para baixo na cama e subo em cima dela, beijando seu pescoço enquanto ela abre suas lindas pernas para mim. Eu me aproximo e me atrapalho para pegar os preservativos na minha gaveta, jogando outra coisa para fora da mesa de cabeceira no processo. A caixa cai no chão, mas peguei um e consegui abrir. Só preciso de um segundo para colocá-lo. — Isso não é justo — diz Mia, com os olhos no meu p*u. — O que não é justo? — Você é literalmente perfeito. Você é tão lindo e também tem isso entre as pernas? Eu sorrio. — Você quer um pouco disso? — Oh meu Deus, sim — diz ela. Eu agarro seus pulsos e coloco as mãos sobre a cabeça dela. Ela ofega e seus olhos se iluminam. Meu p*u provoca sua a******a e eu beijo sua boca, deixando minha língua deslizar contra a dela. Ela inclina seus quadris para me tomar, mas eu a faço esperar, sentindo sua urgência crescer. Eu beijo sua mandíbula, até o pescoço, ainda a segurando. Agora, ela é minha, e eu quero que ela saiba disso. — O que você quer que eu faça? — Ela pergunta, falando baixo no meu ouvido. — Você quer que eu implore? — Pode tentar. — Por favor — diz ela, e mordisca o lóbulo da minha orelha. — Por favor, me f**a. Eu deslizo a ponta, mas retiro novamente. — Mais — diz ela. Então um pouco mais, depois fora. Ela respira fundo e eu faço de novo. — Oh meu Deus, você está me matando — diz ela, quase sem fôlego. Eu vou para dentro dela e ela inclina a cabeça para trás, os olhos fechados. Empurro meus quadris algumas vezes, em seguida, me mantenho dentro dela, gemendo em seu pescoço. Ela é fodidamente fabulosa, quente e apertada, me inundando de prazer. Eu beijo sua boca, deleitando-me com a sensação de sua b****a em volta de mim. — É isso que você quer, querida? — pergunto. — Eu queria isso a noite toda — diz ela. — Mas, p***a, valeu a espera. Não poderia ter dito melhor. Começo devagar, mas ela não está deixando. Ela balança seus quadris, pedindo-me para ir mais rápido. Eu quero aproveitar o meu tempo e saboreá-la, mas ela é tão gostosa que não consigo me segurar. Eu a seguro, seus braços ainda presos no alto da cabeça, e fodo com força. A cabeceira bate contra a parede e Mia geme a cada impulso. O prazer aumenta quase até o ponto de ruptura. Seu corpo abaixo de mim, sua pele contra a minha, a sensação de sua b****a, eu meto para dentro dela, forte e profundo. É a transa perfeita. — p**a merda... sim... aí mesmo... oh meu deus, Alex... Sua b****a aperta e quase me manda para o limite, então diminuo a velocidade. Não quero que isso termine ainda. Eu solto os braços dela e beijo seu pescoço, passando pela clavícula, até os p****s dela. Minha língua desliza em seu mamilo e ela estremece. O tomo na minha boca e chupo suavemente enquanto ela passa os dedos pelo meu cabelo. Movendo meus quadris, eu continuo empurrando em um ritmo constante, lambendo e chupando sua pele deliciosa. Eu rolo, então ela fica por cima, mantendo meu p*u enterrado dentro dela. Ela se senta e corre as mãos ao longo do meu peito e abdômen. Inclinando a cabeça para trás, ela desliza para cima e para baixo no meu p*u. Eu seguro firme em seus quadris, empurrando para dentro dela. Ela grita – amo o quão barulhenta ela é – e se mexe comigo. Eu corro minhas mãos das costelas para seus s***s, deleitando-me com a sensação de sua suavidade em minhas mãos. A pressão aumenta enquanto ela me monta. Seus olhos se fecham, mas eu assisto, aproveitando cada segundo. Seus quadris se inclinando para frente e para trás. A umidade brilha na base do meu p*u. Como o cabelo cai em cascata pelas costas, a boca entreaberta. Ela baixa forte contra mim e morde o lábio inferior, seus dedos afundando no meu peito. Ela se inclina e eu pego a parte de trás do seu pescoço, trazendo sua boca para a minha. Eu sinto o gosto de sal em seus lábios, sinto a umidade quente de sua língua. Eu quero assumir o controle dela novamente, então sento e a coloco de costas. Seus olhos rolam para trás quando eu me empurro dentro dela. Eu me apoio com uma mão e agarro sua b***a com a outra, afundando meu p*u profundamente em sua b****a. — Mia, você é completamente fenomenal. — Oh meu Deus... Alex... não consigo pensar... A cabeceira começa a bater contra a parede novamente, mas eu não dou a mínima. Afundo nela o mais forte que posso, sem segurar nada. Ela geme, cravando as unhas nas minhas costas, me estimulando. Sua b****a aquece, apertando forte, e eu sei que ela está perto. — Goza para mim, querida — digo através de respirações irregulares. — Sim... sim... mais forte... sim... oh... Suas costas arqueiam, sua b****a aperta em volta do meu p*u, e ela grita em êxtase. A sensação dela gozando e o som dela perdendo a cabeça é demais. Eu explodo. Meu corpo endurece, minhas bolas se contraem e eu g**o dentro dela. Estou gemendo, rosnando em seu pescoço, empurrando, gozando tão forte que sou consumido por isso. Meu p*u pulsa, a sensação passa através de mim como uma tempestade se quebrando. Eu diminuo a velocidade, respirando com dificuldade. Os braços de Mia estão acima da cabeça, o rosto inclinado para o lado, os olhos fechados. — p**a merda, Alex, o que você acabou de fazer comigo? Eu a beijo antes de puxar para fora e cuidar do preservativo. Deslizo de volta para a cama e a pego em meus braços. O silêncio se instala sobre nós como um cobertor. Meu coração ainda bate forte, mas meu corpo está cheio de satisfação. Mia se deita com a cabeça no meu peito, o braço dela sobre mim. Eu corro meus dedos pelos cabelos longos dela, afastando-os do rosto. Estou tão relaxado, que é como se estivesse flutuando. Seu perfume me enche com cada respiração, e a sensação de sua pele contra a minha é quente e suave. Ela levanta a cabeça. — Você sabe o que pareceria incrível agora? — Fazer de novo? — Eu pergunto. — Acho que preciso de mais um minuto, mas se você quiser mais, tenho certeza de que posso fazer acontecer. Sua boca fica aberta por um segundo. — Depois disso? p***a, Alex, eu não achava que homens como você existiam. Mas não, não foi isso que eu quis dizer. Eu quis dizer pizza. — Pizza? — Sim, pizza barata e gordurosa de pepperoni. E uma cerveja. Isso soa tão bem. Eu olho para ela. Pizza e cerveja soam bem mesmo. Perfeito, na verdade, e não posso acreditar que ela acabou de sugerir isso. — Tá brincando, né? Suas sobrancelhas se unem e ela morde o lábio. — Me desculpe, isso foi uma coisa estúpida para dizer, não foi? Você acabou de explodir minha mente e eu sugiro pizza. Já falei que sempre digo a coisa errada o tempo todo, não sei por que faço isso. — Não — digo, com uma risada. Eu me inclino para frente para poder beijá-la. — Pizza e cerveja gordurosa parecem inacreditáveis agora. Você não diz a coisa errada, tudo o que sai dessa boca deliciosa é perfeito pra c*****o. Mas são duas da manhã, não acho que algo esteja aberto. — Na verdade, conheço um lugar que entrega até as três. Alberona, em Freemont. Por que é tão estonteante que essa mulher – que acabou de explodir minha mente, para deixar registrado – não apenas sugere pizza e cerveja pós-sexo, mas também conhece um lugar que entrega a essa hora absurda? Provavelmente porque, se eu estivesse em um filme dos anos 80, desenhando uma mulher em um computador, eu a teria feito exatamente assim. Na verdade, isso não chega nem perto da verdade. Deixado por conta própria, eu teria desenhado-a tudo errado. — Está resolvido. — Eu me sento. — Preciso encontrar meu telefone. Levanto-me e examino o dano no quarto. As coisas estão jogadas no chão, cobertores e travesseiros estão por toda parte. Nós fizemos uma bagunça, mas vou lidar com isso amanhã. A pizza chega em menos de trinta minutos, e é horrível de todas as melhores maneiras possíveis. Eu tinha cerveja na geladeira e acampamos na minha cama – com muitas toalhas de papel, porque essa merda é gordurosa – comemos pizza, bebemos uma cerveja e rimos de como somos ridículos. Quando nós dois estamos muito cheios, limpamos a cama, nos aconchegamos sob os lençóis e adormecemos.
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