Blacke Montana sempre acreditou que tinha controle sobre tudo. Sua vida. Suas emoções. Suas escolhas. Ele era conhecido por ser frio, calculista e impossível de abalar. Mas havia uma coisa que ele não conseguia controlar. Júlia. Desde que ela chegou à sua vida, tudo parecia fora do lugar. Ela não corria atrás dele. Não tentava agradá-lo. Não se importava com sua fama. E, pior de tudo para Blacke, ela parecia cada dia mais feliz sem precisar dele. Naquela manhã, a mansão Montana estava silenciosa quando Júlia desceu para tomar café. Ela usava uma roupa simples, mas elegante. Seus cabelos estavam soltos e seu jeito confiante fazia parecer que ela nunca tinha conhecido insegurança. Blacke, sentado à mesa, levantou os olhos. Por alguns segundos, esqueceu até o que estava fazendo

