CAPÍTULO QUINZE Uma hora se passou sem sinal de Cristiano. Keira perambulou sozinha pelo quarto de hotel e passou rapidamente pelos canais em francês, ociosa; depois tentou escrever algo para o seu artigo e, ao falhar, preparou um café usando a pequena chaleira no canto do quarto. Ela sentou-se na varanda e bebeu. O clima estava frio, mas a caneca aquecia suas mãos. Ela tentou se colocar na mentalidade de todos os últimos grandes escritores e poetas que tinham feito justamente isso. Sentado com melancolia observando as ruas de Paris, ansiando por seus amores perdidos. Precisando de alguém para conversar, mandou mensagem para Bryn. Tive uma briga grande com C. :( Um momento depois, seu telefone começou a piscar e vibrar. Bryn estava ligando. – O que aconteceu? – sua irmã perguntou ao

