Dylan andava de um lado pro outro com as mãos na cabeça bagunçando o cabelo, enquanto eu estava sentada num dos sofás — Por que? Por que você insiste em fazer tudo o que eu te digo pra não fazer? – Dylan começou — Eu... Quero saber em quem eu realmente devo confiar – digo — Você não entende que essas pessoas podem te matar? — COMO SE VOCÊ FOSSE DIFERENTE! – gritei me levantando, mas ele andou até mim e me empurrou de volta para o sofá — Você fica aí. Eu suspirei — Dylan, eu te odeio mais que tudo nessa vida, as pessoas que você tirou de mim... Não é fácil simplesmente viver como "esposa" do culpado dessas mortes, viver como se eles nunca tivessem existido, viver algo que não foi eu quem decidiu viver... – falei — Eu só queria... Viver uma vida normal... Mas como isso não é possível

