Capítulo 6

709 Words
Capítulo 6 Gabriela narrando Hoje faz um mês que estou presa nessa quarto e confesso que o maior desafio não foram as noites que o Veneno invadiu esse lugar totalmente drogado e fora de si e fez o que ele quis comigo mas sim a luta psicológica que eu travo comigo mesmo todos os dias quando acordo, claro nas poucas noites que eu durmo. Inferno não é a palavra certa pra descrever tudo que eu estou vivendo, é uma completa loucura, eu como uma vez por dia, nos dias que Veneno lembra que de me alimentar é claro, a irmã dele sempre que ele sai vem na porta do quarto e tenta conversar comigo mas ela não se arrisca a abrir mais a porta com medo do que ele possa fazer e eu nem tento mais resistir quando ele passa igual um furacão por essa porta e se enfia no meio das minhas pernas como se eu estivesse morta e aquilo não significasse nada mas na verdade eu até queria estar morta nessas horas. Deitada no chão do quarto meu silêncio é interrompido por um barulho muito alto, olho pela janela e já escureceu, escuto coisas sendo jogadas no chão e então percebo que mais uma vez eu serei violentada, fisicamente e psicologicamente e o que eu imaginava aconteceu, a porta do quarto foi arrombada e quase me atingiu ao cair no chão, pulo assustada me encolhendo no canto da parede. Veneno- já está correndo princesinha ? - ele vem caminhando com um olhar assustador Gabriela- por favor me deixe em paz - ele agarra meu braço com força me puxando Veneno- paz ? garota eu tô aqui pra acabar com a sua paz - ele me joga em cima da cama e eu já começo a chorar Gabriela- por favor, eu não fiz nada pra você Veneno- engole esse choro vagabunda, não quero ouvir seus soluços enquanto r***o tua b****a não - ele fala se enfiando entre minhas pernas e rasgando o resto de calcinha que eu ainda usava pra tentar manter um pouco de dignidade Eu continuei chorando mas sem fazer barulho como ele mandou já que da última vez que não obedeci ele deu vários murros nas minhas costelas que ainda doem até hoje Ele nem tirou a bermuda que usava apenas desceu um pouco e colocou o p*u pra fora e começou a enfiar em mim sem nem se importa se eu estava gostando ou não e eu permaneci parada, com dificuldade pra respirar já que ele jogava todo seu peso sobre mim enquanto enfiava seu p*u com toda a força possível na minha intimidade Eu só conseguia sentir nojo, ele passava a mão no meu corpo e me causava um arrepio frio, tocava nos meus s***s apertando eles e aquilo doía tanto e me causava enjoos Enquanto estava ali me sentindo um lixo eu comecei a pensar que poderia usar aquilo pra finalmente conseguir fugir disso tudo, enquanto ele metia seu p*u nojento em mim eu olhava pra luz que passava pela porta e reunia minhas forças pra correr dali, procurei alguma coisa que estivesse ao meu alcance que eu pudesse de alguma forma machucar ele pra conseguir fugir e avistei o controle da tv que ele quebrou em um dos seus surtos, fui arrastando meu braço lentamente até alcançar ele e consegui pegar, fiquei segurando e pensando qual seria o melhor momento, respirei fundo com dificuldade e bati com toda a força que seu julguei ser o suficiente pra fazer ele pelo menos sair de cima de mim e funcionou. Veneno- vagabunda safada, o que você fez ? - enquanto ele passava a mão na cabeça eu me levantei e sai correndo pelo corredor da casa, mas não foi a melhor escolha que eu fiz já que em segundos ele me alcançou já perto da escada agarrou meu braço quase quebrando ele. Gabriela- me solta - eu gritava desesperada puxando meu braço de todos os modos possíveis Veneno- sua p*****a m*l agradecida você vai pagar muito caro por isso - ele fecha o punho pra socar minha cara e me desespero ainda mais e puxo meu braço mais uma vez e acabo me desequilibrando e rolando escada a baixo do pior jeito possível.
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