ÂMBAR – Não, por favor, não. Não faça isso comigo por favor, vai destruir a minha vida, vai destruir... Sinto-o me penetrando com força, sinto a dor aguda e sinto ser rasgada enquanto grito. Eu realmente grito e só então percebo que era outro pesadelo, como de costume. Não se passa uma noite sem que eu tenha pesadelos, não importa quantos anos se passem, aquele dia está tatuado em mim de uma forma que não há remoção. Meu corpo está suado, como se tivesse acabado de sair de uma luta, assim como acordo todos os dias por causa dos pesadelos. Bebo um gole de água e me preparo para mais um dia de rotina, que hoje começa mais cedo já que a tarde já vamos ser apresentadas. As garotas acham isso ótimo, fico imaginando o que se passa na mente delas. Nós somos expostas como se expõe uma co

