O refúgio no caos

1049 Words

— Eu não posso te perder, Isa… — repetiu, quase num murmúrio. — Você não tem ideia do que faz comigo. — Então não me deixa. — As palavras escaparam num sussurro, um pedido, quase uma súplica. Kauan abriu os olhos e a olhou como quem vê algo sagrado. Sem dizer nada, seus lábios desceram pelo pescoço dela, depositando beijos quentes e lentos, enquanto suas mãos exploravam cada curva, cada pedaço do corpo que ele queria decorar com o toque. Isadora fechou os olhos e soltou um suspiro trêmulo. O medo ainda estava ali, latejando no fundo da mente, mas o desejo era mais forte, mais urgente. A tensão da fuga, o risco de morte, tudo se transformava em uma necessidade crua, quase animal, de sentir, de viver. — Kauan… — ela arfou, segurando o rosto dele. — A gente tá no meio de uma guerra… Ele

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