O ar estava carregado de tensão quando Kauan recebeu a notícia de que o homem que se aproximara de Isadora aparecera no refúgio. Seu coração acelerou, a mistura de raiva e desejo corroendo cada músculo. Ele sabia que precisava agir, mas também sabia que cada gesto, cada palavra, precisava ser calculada para proteger Isadora e a filha. Quando ele entrou no espaço onde o homem a esperava, Isadora estava parada, nervosa, mas tentando manter a postura. Kauan respirou fundo, aproximando-se com passos firmes, cada movimento carregado de presença, força e autoridade. — Quem é você? — perguntou Kauan, a voz rouca, carregada de perigo e possessividade. Seus olhos não saíam de Isadora, garantindo que ela se sentisse segura, mas também mostrando ao outro que ele não toleraria invasões. O homem, su

