A noite era escura, e a lua m*l iluminava as ruas desertas. Kauan dirigia em silêncio, os olhos fixos no horizonte, cada músculo tenso. Ao seu lado, seus homens checavam armas e suprimentos, mas ninguém ousava falar. A atmosfera estava carregada de expectativa e perigo. — Estamos chegando — murmurou Kauan, a voz baixa, firme. — E não vamos errar. Cada curva era calculada, cada movimento era estratégia pura. Ele sabia que dentro daquele galpão, Isadora e a filha estavam à mercê de Davi, e isso alimentava cada segundo de sua concentração. Quando se aproximaram do local, Kauan sinalizou com a mão. Todos desceram da caminhonete, silenciosos, como sombras. — Lembrem-se — disse ele, a voz quase um sussurro mortal — nenhum tiro desnecessário. Nós precisamos que ela e a bebê saiam vivas. Todo

