JOANA Desperto de um sono profundo devido um som de facas sendo afiadas, vinha da cozinha. De comecei estranhei o barulho porque me fez ter um calafrio temeroso, chegava a congelar a espinha pelo medo do aço sendo fortemente amolado. Porém ao olhar para a minha direita não achei o meu paciente, me dando conta do óbvio. Silenciosamente desci da cama pegando um robe branco pondo no corpo e amarrando as fitas em volta da cintura, calço a pantufa de gatinho indo corajosamente na direção do ruído familiar. Depois que André revelou seu plano, sabia que só era uma questão de tempo para que essa entidade voltasse a aparecer, mas não contava que fosse tão rápido seu ressurgimento. Caminho devagar, me esgueirando pelas paredes do corredor, de jeito maneira queria assustá-lo, tinha medo de causar um

