MELINDA NOVATO Esperei por tanto tempo esse momento que foi preciso aproveitar ao máximo. Seu olhar de surpresa ao me ver castigando dá mesma forma que ele fez com o meu irmão Benjamin... Foi digamos... f**a. Tê-lo preso por horas ao meu julgo, recebendo os canos em seus orifícios, assistindo compenetrada o sangue escorrendo no piso do meu quarto. Lugar onde o deixei, pendurado como num varal de roupa, sendo que a corda passava pelo seu pescoço, pra deixá-lo nos seus últimos resquícios de vida, agonizando feito um porco. Mesmo com aquela massa torácica consegui sozinha deixá-lo estirado no ar, usando minhas cangas de praia, amarradas nos punhos e nos tornozelos, e as pendurei com pregos nas paredes. Satisfeita com o meu feito, dei palminhas no meu próprio ombro, elogiando minha vingança

