Capítulo 25

1123 Words

Joana Sem cerimônia o pintor tarado toma a minha v****a de um só vez, labendo, deslizando a língua em volta, em círculos, pra cima e para baixo, enquanto eu o oferecia mais do meu pobre corpo insaciável. Sem controle ele me sugou, provando, chupando minha carne encharcada... Suas mãos apalpavam as nádegas, apertava com força, me mantendo abertamente para o nosso prazer. Não via seu rosto lá, pois me encontrava delirando em chamas, me entregando como jamais me entreguei. Ulisses Travanel permaneceu lá, sugando-a, puxando os pequenos e grandes lábios, levando bruscamente, faminto para aquela boca, tomando tudo entre os seus lábios... Vou ao delírio, jogando os braços no chão gelado, me abrindo ainda mais, e ele enfiando a cara toda nela, trazendo minhas nádegas junto, seus dedos rodeava me

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