- Mário? Você ainda está ai dentro, posso te sentir daqui... - Joana... Depois de toda aquela enxurrada de lembranças do passado, essa foi a minha única palavra que consegui proferir, me enganei ao pensar que estaria relatando algo para o meu anjo salvador. Me sentia frágil, acorrentado, preso dentro de mim. O que me salvava era a minha visão, isso eu podia controlar embora Fagner achasse que não, ganhei essa habilidade quando o golpeei para que ficasse cego por alguns minutos além de fazê-lo se dobrar a minha vontade, contudo o meu esforço foi agressivo demais, resultando na vitória do meu segundo eu. Minha sombra, aquela que veio comigo desde a morte do meu irmão no ventre da minha mãe. Seria ele uma versão deste que acabei acidentalmente assassinando ou... era somente o meu lado obscu
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