Ao chegar em minha casa, me lembro do diretor do orfanato que atende por nome de Theo, pelos olhares mesmos que disfarçados que ele dava para Catarine, eu pude notar que ele nutre sentimentos por Catarine, mas ao que parece ela, não sente o mesmo por Theo o considerando apenas
como um amigo.
Mas ainda assim, eu posso considerar ele uma ameaça a meus planos, ele pode sair a rua durante o dia, e eu sou um vampiro já não posso, não sei se foi uma boa ideia deixar Catarine observar o andamento das obras do orfanato, ela o verá todos os dias. E ele terá a oportunidade de cortejá-la, pois não vou estar por perto.
Afasto esses pensamentos e aposto a minha vida em Catarine, ela sabe que temos um acordo de convivência, eu confio nela e sei que ela não irá trair o nosso acordo.
Repousando em minha cama improvisada, eu reflito sobre tudo isso, até pegar no sono.
Espero que Catarine pense em minha proposta para morarmos juntos sobre o mesmo teto, o único, porém, é que ela não me verá, durante o dia, só à noite, mas para isso eu tenho uma boa desculpa, sou um homem de muitas posses e tenho que cuidar da minha fortuna, sei que meus investimentos em estão indo bem, no mundo místico, então posso "ficar fora" o dia inteiro e aparecer para a jovem somente durante a noite. Creio eu que a Catarine não irá desconfiar de nada sobre a minha peculiaridade, o mistério que eu tento esconder dela, não só dela, mas de toda a Candem tom, e me dou satisfeito pelo fato de que um homem alto, e malfeitor já me é o suficiente para eu ficar saciado por alguns dias, então nesse período não sairei para caçar ninguém, nenhum malfeitor se quer, poie não tenho fome ainda.
Vampiros tem o relógio biológico
bem regulado, quando o velho relógio cuco bate sete ano noite, eu abro os meus olhos e salto do meu improviso de cama, me produzo todo, e prendo meus longos cabelos em um sutil r**o de cavalo. Visto uma veste escura, pois são as que mais gosto e acredito que eu fico elegante em vestes mais escuras.
Vou esperar Catarine como de costume, frente a minha casa, sinto a brisa trazer o perfume de seus cabelos, e sei que ela está
se aproximando.
Fecho os olhos para sentir o aroma do perfume que eu com minhas mãos.foz especialmente para ela, utilizando os meus conhecimentos em alquimia, e pelo visto ela gostou.
Caminho ao encontro dela, e me encanta, ela também está muito elegante, não resisto e olho para aqueles cativantes olhos que não tiram o olhar de minha face.
Nos cumprimentamos e ela me dá um beijo cheio de ternura na bochecha.
— Boa noite, Lystat Limount.
— Boa noite Catarine Corbyns.
Tiro de seus olhos uma teimosa mecha de cabelo que insiste em cair em seus olhos, coloco-a atrás da orelha e sorrio para Catarine.
— Aonde quer ir hoje senhorita Catarine?
— Bom senhor Lystat eu não tenho a menor ideia de onde posamos ir está
noite.
Ela faz silêncio por algum tempo e observa as ruas que cercam a minha casa.
— Hoje não tenho vontade de passear por Candem Tom, senhor Lystat eu gostaria de ir para um lugar diferente e mágico.
Sei o que ela quer dizer com lugar diferente e mágico, será que o seu sangue a está chamando para o local de origem se sua mãe a bruxa Sara?
Sou um feiticeiro e alquimista, eu posso abir a barreira entre os mundos de Inlandris e a Inglaterra, sem que ela perceba.
Decisão tomada, eu resolvo apenas pegar a carteira e peço para que ela me espere na sala, ela se senta no sofá com delicadeza e me olha entrar indo em direção ao meu refúgio.
Pego a carteira e do local que é meu refúgio eu evoco um feitiço particular para que Inlandris se revele, mas só eu e Catarine vamos ver a cidade, as outras pessoas não a verão mesmo que o portal esteja aberto para mim e para jovem as outras pessoas que estão circulando pela cidade não tem a noção que nos limites da Inglaterra tem uma idade mística a qual Catarine Corbyns irá conhecer a cidade de origem de sua mãe a feiticeira ou bruxa Sara como quiserem chamar.
Saio de meu refúgio e a jovem me espera na sala, sentada com classe e elegância e as pernas cruzadas uma sobre a outra a deixam com um ar mais sexy.
— Vamos Catarine, vamos passear por um lindo lugar, o meu de origem e creio que seja o local de origem de sua mãe também.
Estico a mão para ela se levantar e saímos.
Passamos por inúmeras ruas fétidas, de Candem Tom, penso ser engraçadinho, Catarine tapando as narinas para não sentir o maldito fedor que nos rodeia.
Quando o cheiro r**m se dissipa, eu percebo que entramos no mundo místico de Inlandris.
— Senhor, Lystat que lugar mais lindo.
— Que bom que gostou, aqui é meu mundo Catarine, eu não ia revelar agora, mas você quiz vir para um lugar diferente de Candem tom.
— Será que esse é o mundo do qual a minhã mãe diz que veio?
— Não sei pequena jovem! Talvez eu possa esclarecer isso para você se me revelar o nome da cidade que sua mãe nasceu.
Entre-os dentes e bem baixinho, Catarine, me revela o nome da cidade natal de sua mãe.
— Inlandris, Lystat a minha mãe é da cidade de Inlandris.
— Então tenha o privilégio de conhecer o mundo natal de sua mãe,
Catarine observa a cidade encantada.
— Lystat, você sabe aonde fica a casa em que a minha mãe morou antes de ir viver com o meu pai e depois com o Carl?
— Posso averiguar pequena, ainda temos muito tempo até eu te levar para casa.
Catarine está encantada com o qual é seu verdadeiro mundo, e eu não posso deixar de notar o quão seus lindos olhos passeio enquanto caminhamos pelas ruas.
— Lystat o lugar é lindo, me admira você escolher a pequena, humilde e suja Candem tom.
Ela não entenderá, se eu tentar explicar.
Mas cedo ou tarde eu tenho que contar a ela a realidade de minha situação.