DAMON Desliguei o telefone, mas o que eu queria mesmo era continuar falando com ela. Mesmo que fosse a deixando nervosa, eu queria ouvir a sua voz. Eu tô tentando deixa-la de lado, a acusação que ela fez foi grave, mas a única vontade que tenho é de provar a ela que é mentira. Que tudo aquilo é mentira. Espero que essa discussão pelo telefone tenha servido de alerta pra ela. Pra que ela fique esperta e entenda que o mundo não gira ao redor dela. Ela tá pensando que eu não tô fazendo nada, esperando só ela quebrar a cara. Só que eu posso fazer um milhão de coisas e ainda assim, esperar ela quebrar a cara. — Priminho?! — Já vai. — guardei meu celular e saí do quarto. A Lorelay estava me esperando com suas micro-roupas no corredor do meu quarto. — O que estava fazendo que demorou tanto

