Encosto-me na parede em frente à porta e meu corpo desliza até o chão, sem que eu tenha controle sobre ele. Choro por alguns minutos antes de ser amparada por uma enfermeira, que me leva para fora da UTI. Não sei quanto tempo fiquei praticamente imóvel na sala de espera, mas quando consigo controlar o choro e raciocinar novamente, procuro meu celular dentro da bolsa para ligar para a tia Ada, para a Emma ou qualquer outra pessoa que pudesse me acalmar. — Você não… — Sussurro ao ver as inúmeras ligações de Noah. E como se o atraísse, meu celular vibra novamente em minhas mãos, me forçando a atender. — O que você quer, Noah? — Como assim o que eu quero, Ava? Onde você se meteu? Minha mãe se cansou de esperar você para jantar. — Lamento muito por ela, Noah. Eu te pedi para me avisar sobre

