VITÓRIA ESTOU consciente, porém não consigo abrir os olhos. Forço-me para ver se consigo mexer a mão e nada! Ouço ruídos de algo ao meu redor. Essa é uma sensação agonizante porque eu ao menos consigo abrir a boca para pronunciar algo, sinto uma dor latente em minha cabeça e costelas, e não consigo saber onde estou exatamente. Me esforço para tentar ouvir algo e nada, subitamente o cansaço me vence e eu relaxo me deixando levar pela inconciência e a exaustão. — Acorda Vitória, volte para mim por favor... — É o Joan. Sua voz me faz voltar e sinto vontade de abrir os olhos entretanto, mais uma vez nada! — Sabe, acho que você ficará feliz quando souber que eu estou me tratando... — Suas palavras saem sussurradas. Me sinto imensamente feliz, meu Joan... Eu não sei quanto tempo se passou,

