Sombra Narrando Car@lho mané, eu não consigo tirar a Luana da cabeça. A trepada, os beijos, o jeito que ela me olhava, Foi o melhor que já tive, Insano. A mina sabia o que fazia, e eu ali, preso na memória, querendo mais. Tomei uma ducha gelada pra ver se botava as ideias no lugar, mas adiantou porr@ nenhuma, ela ainda tava lá, grudada no pensamento, como tatuagem na pele. Vesti uma bermuda, joguei uma camisa qualquer por cima e desci pro bar da esquina. O boteco era o de sempre, cadeiras de plástico espalhadas na calçada, um cheiro misturado de churrasquinho e cerveja derramada no chão quente, nem precisei falar muito, só fiz um sinal pro garçom, e ele já sabia, breja trincando. Me joguei numa cadeira, larguei o celular na mesa e dei o primeiro gole. O líquido gelado descendo pela ga

