Ela se virou de costas, chateada, enxugando os olhos.
— Desculpa, eu não… olha, tenho que fazer umas coisas!
— Não posso e não quero que isso atrapalhe as coisas por aqui.
— Não me leve a m*l, estou com a cabeça cheia. Preocupada com a minha irmã.
Ele continuou apoiado na janela, sem saber como reverter aquilo. Não era capaz de sentir as emoções dela, e isso o intrigava ainda mais. Exultante, pediu desculpas, perguntou se podiam conversar melhor à noite. Aquilo a deixou irritada. Nilufer se virou hostil.
— Acabei de falar que não quero.
Ele foi entrando, sem jeito. Perguntou desconcertado.
— Calma, você está bem?
Se aproximou tentando abraçar ela.
— O que aconteceu para mudar comigo desse jeito?
— Nilufer, o que foi?
Ela o afastou, respondeu sentida.
— Por que insiste tanto?
— Não tenho nada pra te oferecer.
— Isso não faz sentido.
Ele insistiu em tentar se aproximar, segurando-a sutilmente.
— Se acalme, por favor.
— Se me ouvir, vai entender melhor.
— Não dá pra conversar aqui.
Ela encostou na pia e o encarou séria.
— Ouvir o quê? Fala!
— Não vem dizer que gostou de mim.
Ele se aproximou, segurando-a pela cintura e pela nuca, fazendo-a olhar nos olhos.
— É só isso, e eu não entendo por que, de repente, acha que algo mudou.
— Quando eu cheguei, te vi me olhar de um jeito totalmente diferente de agora.
Foi chegando mais perto, enxugando as lágrimas dela.
— Se foi por causa do que falei, não quis te ofender ou impressionar.
A beijou sutilmente no canto da boca.
— Quer saber o que há de errado?
Puxou o cabelo dela para trás, foi beijando o pescoço, falando baixinho.
— Comigo, várias coisas.
— E uma delas é tentar me controlar com você.
Deixando-a arrepiada, foi indo em direção ao decote.
— Quero te tirar daqui e aproveitar o nosso tempo juntos, porque a cada instante…
Começou a soltar as alças do vestido, olhando-a fixamente, com desejo.
— Fica mais difícil me controlar.
— E se, novamente, me deixar perto demais…
Desceu o vestido, deixando seus s.eios à mostra.
— Como fez no lago, não irei hesitar um único segundo.
Ofegante, ficando até corada, ela paralisou, sentindo-o beijar e chupar seus sei.os. Sussurrou, o acariciando.
— Rick, alguém pode nos ver.
Ele sorriu, emaranhando a mão no meio do cabelo dela. A virou de costas, colocando-a apoiada na pia.
— Não vão ver.
— Quer que eu me afaste?
Começou a beijar o pescoço, as costas, apertando os sei.os. A puxou pela cintura, fazendo-a sentir sua er.eção roçando no bu.mbum.
— Peça e eu paro…
— Ou se cale e eu vou continuar.
Ela se virou um pouco para vê-lo, enquanto sentia o vestido ser levantado.
— Para com isso, minha mãe pode levantar.
O beijou, sentindo a mão dele invadir a calcinha. Agarrado a ela por trás, ele começou a mastur.ba-la lentamente. Ge.meu ao sentir que ela estava molhada e quente. Nilufer não era capaz de mandá-lo parar. Estava impaciente a cada toque, se mexendo, reagindo às investidas da mão dele, que ia e voltava, deixando-a cada vez mais encharcada.
Ela parou de beijar, sorriu completamente envolvida pela tensão e pela adrenalina de serem pegos.
— Você é completamente inadequado. Devasso, pervertido.
Ele a virou de frente, levantou o vestido, cobrindo os se.ios.
— Eu não.
— Só os lugares em que ficamos. Que não prestam muito.
— Vem comigo.
A pegou pela mão e foi saindo para o quintal, indo para perto da piscina. Começou a chover forte. Correram até a sauna, rindo. Ela se aproximou para beijá-lo.
— Você adora me deixar molhada, né?
Ele a beijou com muita vontade, foi descendo o vestido.
— Acho que você é quem se molha fácil comigo.
Enquanto o vestido ia até o chão, ela foi puxando a camiseta dele. Tirou-a e o beijou. Ele a pegou no colo, apenas de calcinha, foi sentar e a colocou em cima, sentada de frente.
A beijou ardentemente, sem parar, como quem precisava daquilo para sobreviver. Voltou a tocá-la intim.amente. Se mexendo de maneira provocativa, ela começou a ge.mer cada vez mais, quase alcançando o êxtase. Começou a rir e o abraçou, envergonhada. Ele parou, a abraçou forte.
— Acho que eu não devia estar fazendo isso.
— Tudo bem?
Foi afastando-a para sair de cima.
— Sua perna não vai doer sentada assim?
Ela saiu de cima, foi deitando ao lado dele, olhando-o com um sorrisinho bobo.
— Não sou feita de vidro, tá?
— Foi difícil me quebrar.
— O que não deveria estar fazendo?
Ele se levantou rindo, admirando-a, foi tirando a calça.
— Só não quero te mac.hucar.
Ela sorriu, abrindo as pernas, como quem o chamava.
— Não vai.
— Para de me tratar como uma coitada frágil.
Ele se aproximou, beijando-lhe as pernas. Sorriu ao olhar a calcinha delicada rosa, com desenhos de corações vermelhos, toda molhada.
— Não te trato como coitada.
— Só quero cuidar de você da melhor forma possível.
Foi tirando a calcinha. Beijou a cicatriz na perna várias vezes. A deixou n.ua. Se aproximou, enfiado no meio de suas pernas. Olhou-a nos olhos, acariciando o cabelo e o rosto, afetuoso.
— Não sabe do poder que tem, né?
Começou a tocá-la intima.mente.
— Consegue despertar o meu lado mais sedento…
— E ainda assim, não consigo deixar ele dominar.
— Tenho gostado cada vez mais de você. Aflora o melhor, de mim.
Ela o beijou com provocação.
— É recíproco…aiii que delícia.
— Sinto que sempre posso tudo com você e…
Suspirou, gem.endo, ofegante.
— Aiiii… eu quero mais, mesmo com medo.
Ele a beijou como se a tivesse feito sua de fato. A fez alcançar o êxtase sem deixá-la tomar fôlego. Foi beijando o corpo todo dela, descendo.
— Sempre vai poder fazer o que quiser comigo. — Ele disse.
— Eu te ouço, te sinto e te desejo muito.
A lambeu com provocação. Sorriu, brincando com a sensibilidade dela. Começou a chupá-la, fazendo-a perder a fala e a noção, gem.endo alto, ecoando na sauna.
Levou-a a outro orga.smo, mais intenso, e a deixou igual a si: sedenta por mais. Nilufer o puxou para cima, teve certeza de que iriam tr.ansar. Estava pronta para tudo. Ele a beijou ardentemente, se deitou abraçado, virando-a de costas.
— Quero que a nossa primeira vez seja única e especial.
Ela silenciou, confusa, percebendo que não iriam continuar com tudo. Ele a envolveu nos braços, dando beijinhos no pescoço.
— Não será nada inadequado.
— Você merece muito mais que isso.
— Nilufer, por favor, não confunda as coisas.
— Não se irrite comigo.
Ela se sentou, sem jeito. Respondeu afetuosa.
— Não estou irritada.
— Tudo bem, eu entendo.
— Vou tomar uma ducha.
Pegou o vestido e se afastou rápido. Foi para o banheiro que parecia um vestiário. Assim que entrou embaixo da água, ele se aproximou, só de cueca.
— Não vai me deixar molhado também?
Ela se virou, escondendo o corpo com os braços.
— Tem vários chuveiros aqui.
— Pode escolher.
Ele sorriu, ficando nu, com o p.au ereto a mostra.
— Já escolhi.
— O seu.
Ela se virou de costas, rindo. Sentiu-o chegar perto, correspondeu ao abraço. Foi ficando triste e nem entendeu como podia estar tão à vontade com ele. E o pior: sentindo como se não pudesse passar um único dia sequer sem saber que aquilo, o que tinham e ele, era algo só dela. A conexão era real e ela ainda, não sabia como, mas podia sentir.