Capítulo 14

1273 Words
Ela se virou de costas, chateada, enxugando os olhos. — Desculpa, eu não… olha, tenho que fazer umas coisas! — Não posso e não quero que isso atrapalhe as coisas por aqui. — Não me leve a m*l, estou com a cabeça cheia. Preocupada com a minha irmã. Ele continuou apoiado na janela, sem saber como reverter aquilo. Não era capaz de sentir as emoções dela, e isso o intrigava ainda mais. Exultante, pediu desculpas, perguntou se podiam conversar melhor à noite. Aquilo a deixou irritada. Nilufer se virou hostil. — Acabei de falar que não quero. Ele foi entrando, sem jeito. Perguntou desconcertado. — Calma, você está bem? Se aproximou tentando abraçar ela. — O que aconteceu para mudar comigo desse jeito? — Nilufer, o que foi? Ela o afastou, respondeu sentida. — Por que insiste tanto? — Não tenho nada pra te oferecer. — Isso não faz sentido. Ele insistiu em tentar se aproximar, segurando-a sutilmente. — Se acalme, por favor. — Se me ouvir, vai entender melhor. — Não dá pra conversar aqui. Ela encostou na pia e o encarou séria. — Ouvir o quê? Fala! — Não vem dizer que gostou de mim. Ele se aproximou, segurando-a pela cintura e pela nuca, fazendo-a olhar nos olhos. — É só isso, e eu não entendo por que, de repente, acha que algo mudou. — Quando eu cheguei, te vi me olhar de um jeito totalmente diferente de agora. Foi chegando mais perto, enxugando as lágrimas dela. — Se foi por causa do que falei, não quis te ofender ou impressionar. A beijou sutilmente no canto da boca. — Quer saber o que há de errado? Puxou o cabelo dela para trás, foi beijando o pescoço, falando baixinho. — Comigo, várias coisas. — E uma delas é tentar me controlar com você. Deixando-a arrepiada, foi indo em direção ao decote. — Quero te tirar daqui e aproveitar o nosso tempo juntos, porque a cada instante… Começou a soltar as alças do vestido, olhando-a fixamente, com desejo. — Fica mais difícil me controlar. — E se, novamente, me deixar perto demais… Desceu o vestido, deixando seus s.eios à mostra. — Como fez no lago, não irei hesitar um único segundo. Ofegante, ficando até corada, ela paralisou, sentindo-o beijar e chupar seus sei.os. Sussurrou, o acariciando. — Rick, alguém pode nos ver. Ele sorriu, emaranhando a mão no meio do cabelo dela. A virou de costas, colocando-a apoiada na pia. — Não vão ver. — Quer que eu me afaste? Começou a beijar o pescoço, as costas, apertando os sei.os. A puxou pela cintura, fazendo-a sentir sua er.eção roçando no bu.mbum. — Peça e eu paro… — Ou se cale e eu vou continuar. Ela se virou um pouco para vê-lo, enquanto sentia o vestido ser levantado. — Para com isso, minha mãe pode levantar. O beijou, sentindo a mão dele invadir a calcinha. Agarrado a ela por trás, ele começou a mastur.ba-la lentamente. Ge.meu ao sentir que ela estava molhada e quente. Nilufer não era capaz de mandá-lo parar. Estava impaciente a cada toque, se mexendo, reagindo às investidas da mão dele, que ia e voltava, deixando-a cada vez mais encharcada. Ela parou de beijar, sorriu completamente envolvida pela tensão e pela adrenalina de serem pegos. — Você é completamente inadequado. Devasso, pervertido. Ele a virou de frente, levantou o vestido, cobrindo os se.ios. — Eu não. — Só os lugares em que ficamos. Que não prestam muito. — Vem comigo. A pegou pela mão e foi saindo para o quintal, indo para perto da piscina. Começou a chover forte. Correram até a sauna, rindo. Ela se aproximou para beijá-lo. — Você adora me deixar molhada, né? Ele a beijou com muita vontade, foi descendo o vestido. — Acho que você é quem se molha fácil comigo. Enquanto o vestido ia até o chão, ela foi puxando a camiseta dele. Tirou-a e o beijou. Ele a pegou no colo, apenas de calcinha, foi sentar e a colocou em cima, sentada de frente. A beijou ardentemente, sem parar, como quem precisava daquilo para sobreviver. Voltou a tocá-la intim.amente. Se mexendo de maneira provocativa, ela começou a ge.mer cada vez mais, quase alcançando o êxtase. Começou a rir e o abraçou, envergonhada. Ele parou, a abraçou forte. — Acho que eu não devia estar fazendo isso. — Tudo bem? Foi afastando-a para sair de cima. — Sua perna não vai doer sentada assim? Ela saiu de cima, foi deitando ao lado dele, olhando-o com um sorrisinho bobo. — Não sou feita de vidro, tá? — Foi difícil me quebrar. — O que não deveria estar fazendo? Ele se levantou rindo, admirando-a, foi tirando a calça. — Só não quero te mac.hucar. Ela sorriu, abrindo as pernas, como quem o chamava. — Não vai. — Para de me tratar como uma coitada frágil. Ele se aproximou, beijando-lhe as pernas. Sorriu ao olhar a calcinha delicada rosa, com desenhos de corações vermelhos, toda molhada. — Não te trato como coitada. — Só quero cuidar de você da melhor forma possível. Foi tirando a calcinha. Beijou a cicatriz na perna várias vezes. A deixou n.ua. Se aproximou, enfiado no meio de suas pernas. Olhou-a nos olhos, acariciando o cabelo e o rosto, afetuoso. — Não sabe do poder que tem, né? Começou a tocá-la intima.mente. — Consegue despertar o meu lado mais sedento… — E ainda assim, não consigo deixar ele dominar. — Tenho gostado cada vez mais de você. Aflora o melhor, de mim. Ela o beijou com provocação. — É recíproco…aiii que delícia. — Sinto que sempre posso tudo com você e… Suspirou, gem.endo, ofegante. — Aiiii… eu quero mais, mesmo com medo. Ele a beijou como se a tivesse feito sua de fato. A fez alcançar o êxtase sem deixá-la tomar fôlego. Foi beijando o corpo todo dela, descendo. — Sempre vai poder fazer o que quiser comigo. — Ele disse. — Eu te ouço, te sinto e te desejo muito. A lambeu com provocação. Sorriu, brincando com a sensibilidade dela. Começou a chupá-la, fazendo-a perder a fala e a noção, gem.endo alto, ecoando na sauna. Levou-a a outro orga.smo, mais intenso, e a deixou igual a si: sedenta por mais. Nilufer o puxou para cima, teve certeza de que iriam tr.ansar. Estava pronta para tudo. Ele a beijou ardentemente, se deitou abraçado, virando-a de costas. — Quero que a nossa primeira vez seja única e especial. Ela silenciou, confusa, percebendo que não iriam continuar com tudo. Ele a envolveu nos braços, dando beijinhos no pescoço. — Não será nada inadequado. — Você merece muito mais que isso. — Nilufer, por favor, não confunda as coisas. — Não se irrite comigo. Ela se sentou, sem jeito. Respondeu afetuosa. — Não estou irritada. — Tudo bem, eu entendo. — Vou tomar uma ducha. Pegou o vestido e se afastou rápido. Foi para o banheiro que parecia um vestiário. Assim que entrou embaixo da água, ele se aproximou, só de cueca. — Não vai me deixar molhado também? Ela se virou, escondendo o corpo com os braços. — Tem vários chuveiros aqui. — Pode escolher. Ele sorriu, ficando nu, com o p.au ereto a mostra. — Já escolhi. — O seu. Ela se virou de costas, rindo. Sentiu-o chegar perto, correspondeu ao abraço. Foi ficando triste e nem entendeu como podia estar tão à vontade com ele. E o pior: sentindo como se não pudesse passar um único dia sequer sem saber que aquilo, o que tinham e ele, era algo só dela. A conexão era real e ela ainda, não sabia como, mas podia sentir.
Free reading for new users
Scan code to download app
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Writer
  • chap_listContents
  • likeADD