Capítulo 4

1104 Words
Com as mãos ainda presas, Domênica acabou pisando na corda e caiu, saiu rolando na terra, ouviu os latidos se aproximando, se protegeu cobrindo o rosto, com as mãos, ficou deitada esperando ser atacada, Ragnar deu um assobio, dando um comando para os cães se afastarem, se aproximou e abaixou na frente dela — A tempos, eu não me divirto tanto. — Tem medo de cachorro? — Eles sentem o cheiro. Ela se sentou pálida, nervosa — Porque está fazendo isso comigo? — Od eia meu pai, tanto assim? — Isso tudo, não é por dinheiro. Ele tirou um canivete do bolso, cortou a corda a soltando — E o que mais, eu poderia fazer com uma pu ta igual a você? — Não ode io seu pai, o adoro, por me dar um brinquedo tão interessante. A levantou segurando pelo braço, ela tinha terra até no rosto, cabelo, estava cheia de escoriações, ele a conduziu para dentro da casa — Seu café da manhã, será especial. Reforçado! — Mas antes, vou te limpar. A levou para um quarto, a fazenda era térrea, muito grande com vários quartos, móveis rústicos, ela estava mancando com o joelho ralado, entrou no banheiro e foi direto na pia, lavar o rosto, Ragnar começou tirar a roupa no quarto — Gostei de você. — Tire as roupas. Ela foi tirando o vestido, se olhando, com dores pelo corpo todo, com as escoriações ardendo, ele entrou no banheiro completamente n.u — Não foi tão ruiim. Ou foi? Fechou a porta, se aproximou dela a olhando apenas de lingerie — Não tem nenhuma tatuagem? Desabotoou o sutiã, com uma mão só, parado na frente dela a olhando fixamente nos olhos – Responda! Ela estava cética olhando a porta, levantou o olhar para o encarar igualmente — Não! Olhou o abdômen dele tatuado — Tem algum significado? Ele começou acariciar o pescoço dela, olhando os hematomas — Sim! Era uma tatuagem grande sombria, um lobo, uma lua cheia, com uma floresta, pegava o pescoço, ombro e uma parte do braço também, ele começou acariciar os se ios dela, os contornando com a ponta dos dedos — Gosta deles? — São pequenos e diferentes. Apertou um lado com força, a encostou na pia, com a outra mão deu um puxão no cabelo dela — Eu poderia, arrumar cada defeito em seu corpo. Soltou o se io, foi descendo a mão até a calcinha — E não são poucos. Começou a massagear intimamente, por cima do pano — Fui muito rude, com você ontem? — Para uma virge nzinha, aguentou tudo bastante comportada. Ela estava encostada, com os braços abaixados, o olhando séria — Não vai me ver chorar ou implorar por misericórdia. — Me machuque o quanto quiser. Com uma puxada forte e precisa, ele rasgou a calcinha com uma mão só, a virou de costas, colocando apoiada na pia, empurrou a cabeça dela contra o espelho — Tem certeza? — Posso ser um verdadeiro d***o. Se encostou atrás, roçando o pa u duro no bum bum dela — Vaga b***a! — Vou te fo der até não conseguir ficar em pé. — Enquanto não implorar, vou continuar aumentando o seu sofrimento. Ela permaneceu indiferente, olhando para a pia, ele a soltou irritado — Está suja e fe dendo, tenho planos para você hoje. — Depois te dou o que merece. Foi para a banheira, colocou para encher, se aproximou a puxando pelo cabelo, colocou dentro — Sabe nadar? Ela se sentou encolhida, no cantinho — Não! Ele se aproximou a olhando fixamente com um ar sombrio — Precisa aprender, um dia. A segurou pelo cabelo e enfiou sua cabeça embaixo da água, a afogando, em desespero Domênica tentou se levantar, o arranhou estapeou, enquanto ele levantava e abaixava sua cabeça na água, várias vezes, a soltou e entrou na banheira, sentando de frente — Vou te dar banho, pois me parece um pouco cansada. Tossindo sem fôlego, ela achou que iria ser morta nas mãos dele, o olhou assustada, tentou sair da banheira correndo, ele a segurou pelo braço, deu um puxão só para impedir, sem querer a derrubou, ela bateu a cabeça na borda com força, foi desfalecendo sangrando na água, cortou a cabeça. Ele se levantou de imediato a amparando — Olha o que você fez, sua idi ota bu rra! — Imprestável. A enrolou em uma toalha, levou para a cama — Fique acordada! Fale comigo, Domênica? Ela ficou um pouco desorientada — Me leva ao hospital. — Você vai me matar dessa forma. Ele começou a mexer no celular bravo — Não vou te levar a lugar algum, para você me expor. — Posso imaginar as coisas que pretende fazer, assim que encontrar alguma pessoa. Ela fechou os olhos, foi ficando pálida — Está doendo muito, por favor. Me ajuda! — Não vou contar a ninguém. Foi desfalecendo e desmaiou, estava se sentindo muito fraca, ele chamou seu melhor amigo de confiança, médico, disse que ela escorregou e caiu, quando o doutor Reginato chegou foi entrando as pressas, ela estava sozinha no quarto, Ragnar a cobriu com um lençol. Os dois acharam que ela estava desmaiada, ao tocar nela, Reginato levou um susto, ela tentou o furar com uma caneta, ele a segurou impedindo — Calma, vou te examinar. Sou médico! Ragnar tomou a caneta da mão dela — Já está ótima pelo o que vejo. Ela ficou o olhando brava, Reginato começou a examinar, olhou o corte, foi se preparando para dar pontos, ela respondeu as poucas perguntas só com sim ou não, Ragnar saiu do quarto para atender uma ligação, Reginato começou olhar o pescoço dela, os hematomas, as escoriações pelos braços, foi limpando passando remédio, ela o olhou nos olhos friamente — Vai me estr upar e torturar também doutor? — Ou só limpa a bagunça dele? — Foi pra isso, que você estudou? — Deve ser o orgulho da família. Reginato parecia indiferente a ela, respondeu a olhando fixamente nos olhos também — Você disse não? — Foi forçada a vir até aqui? — Tenho certeza, que não está aqui de graça. — Não tenho como fazer nada, em relação as suas péssimas escolhas. — Tome esses remédios, de doze em doze horas. — Coloque gelo no ferimento e faça repouso. Foi guardando as coisas, ela jogou os remédios no chão — Então você é igual a ele. — Interessante, tanta seletividade, em salvar vidas. — Doutor perverso. Ele arqueou as sobrancelhas pensativo — Ele não vai te matar, só está se divertindo, testando coisas novas. — Bom, pelo menos não de propósito.
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