Malu Já era dez horas da noite quando finalmente a última aula acabou e, apesar de me sentir cada vez mais deslumbrada com tudo o que tenho aprendido, não via a hora de chegar em casa, pois, estava exausta. Acredito que todo mundo se sinta assim às segundas-feiras, uma espécie de preguicite aguda toma conta de nossos corpos e mentes. Quando eu estava passando pela porta de saída do prédio da UFRJ, avistei minha amiga misturada em um grupinho, batendo o maior papo. Me aproximei deles. — Olha quem chegou! — Ricardo, o garoto que conheci no outro dia, comenta, sorridente. — Oi, gente. — respondo meio tímida, porque não conheço todos que estão na roda. — Estávamos falando de você agora, Malu. — a Maju, que pensei que não veria mais, se pronuncia. — Espero que bem, hein. — Sim, o Elias

