Pardal Depois daquele dia em que eu fiz merdä com a Malu e ela passou pela porta da minha casa a fora, levando nosso moleque consigo, tudo mudou. Sei lá, os dias pareceram passar mais lentamente, me fazendo perceber a falta que aqueles dois faziam em minha vida. Eu sabia, tinha noção da merda que tinha feito e isso já não era mais novidade em minha mente, mas, mesmo não sendo algo certo usar meus traumas para me justificar, para justificar todas as atitudes do cretinö que sou, isso ainda mexe demais comigo. Só uma pessoa com a mente fodidä igual a mim, entenderia. Diversas vezes, após chegar em minha goma, depois de um dia estressante, resolvendo os B.O da minha tropa, batia um arrependimento do caralhö pelas coisas que eu fiz. Passei até a dormir no sofá, porque entrar no que costumav

