— Mas eu quero! — Amara sentou sobre ele e fez a pergunta mais inocente e sexy que Samael já ouviu na vida. — Seria bom minha boca aqui como a sua foi para mim? Samael ficou completamente sem palavras, ele a encarou, enquanto a pergunta dela ainda ecoava em seus ouvidos, deixando-o ainda mais fascinado. — Amara... — Ele começou, a voz rouca e arrastada. — Você tem ideia do que está me oferecendo? Ela inclinou a cabeça, como se estivesse avaliando a reação dele, e um sorriso travesso apareceu em seus lábios. — Claro que tenho. Não sou tão ingênua assim. — Ela passou os dedos pelos ombros dele. — Só achei que poderia ser justo, considerando o que você fez por mim. — As mãos macias começaram a arrastar a camisa para cima e Samael deixou que ela tirasse sem oferecer resistência. — Você tem

