Amara estava indo chamar Samael para almoçar, mas o som do celular vibrando na mesa ao lado a interrompeu. Ela esticou o braço para pegar o aparelho, sorrindo ao ver o nome de Ariela na tela. Ela deslizou o dedo na tela para atender sem hesitação. — Oi, Ariela. — Amara! Finalmente. Achei que não me atenderia. — A voz animada de Ariela soou pelo outro lado da linha. — Quero te tirar de casa hoje. Vamos às compras! — Não sei, Ariela... Acho que o Samael não vai deixar. — Amara respondeu, olhando de soslaio para a direção onde estava seu marido. Ariela soltou uma risada. — Deixar? Amara, querida, você é a mulher dele! Não precisa de permissão. Só precisa usar seus encantos do jeito certo. Amara sentiu o rosto esquentar instantaneamente com a voz cheia de mälícia da cunhada. — Eu não s

