Acordei no outro dia com o sol entrando no quarto e batendo bem no meu rosto, quando tentei me mexer percebi que meu braço estava preso por baixo de Guilherme. Em algum momento durante a noite ele tinha se virado e se aconchegado contra meu corpo. — Guilherme... — eu o chamei já sacudindo seu corpo adormecido. — Hmmm. — seu resmungo saiu, mas ele não se mexeu um centímetro. — Guilherme, meu braço. Acorda! — falei mais alto e o empurrei com mais força para ele acordar. — Desculpa. — ele murmurou finalmente se virando e liberando meu braço. Enquanto massageava o braço dormente eu comecei a perceber que o dia já tinha clareado, o sol já estava forte do lado de fora. Droga, eu tinha perdido a hora de novo, aquilo estava virando rotina. — Que horas são? — Pouco mais de dez horas. Porqu

