Alfonso Fecho a porta do meu quarto, passo a tranca e me deito na cama. Levanto o vestido e quando coloco a mão em mini Poncho ele está mole e gelado. Acho que acabei de assassinar meu melhor amigo, então preciso fazer uma manobra de ressuscitamento. Seguro mini Poncho, enquanto fecho os olhos e visualizo Anne com aqueles p****s deliciosos. Tento imaginá-los sem o sutiã, os m*****s rosados e pontiagudos, implorando pela minha boca. Sinto mini Poncho se contrair, voltando a vida e continuo. Imagino minhas mãos encaixadas naquela cinturinha perfeita, a pele delicada e macia como se fosse de seda. Puxo Anne pra mim e pressiono minha boca contra a dela. Seus lábios são macios, convidativos, sua língua quente, úmida e macia. Mordo o lábio inferior, sentindo mini Poncho enrijecer sob minh

