A luz vermelha piscava no teto do banheiro feminino da balada, enquanto o som abafado do grave fazia o espelho vibrar levemente. A porta se fechou com força, seguida de risadas altas e um “p***a, que calor da p***a!” com sotaque carregado da Bahia.
Lorena entrou primeiro, o salto batendo no piso como quem sabia exatamente o que queria. Vestia um vestido colado vinho, com decote generoso nas costas e f***a lateral que revelava a coxa branca e definida. Suada, com a maquiagem levemente borrada, ela ainda assim exalava uma elegância crua, quase selvagem.
— Não acredito que a gente se conheceu hoje e já tá trancada no banheiro, bicho… — Bruna disse, encostando-se na pia, a boca brilhando de gloss e os olhos brilhando de t***o contido. Usava um top preto e uma calça de cintura alta que moldava o corpo como uma segunda pele. O cabelo cacheado estava preso num coque desleixado que só deixava ela ainda mais sexy.
Diana fechou a porta com o pé, tirando o celular do sutiã. Ela usava um vestido curto de alça, colado como se tivesse sido pintado no corpo. A pele morena reluzia de suor e brilho corporal.
— Se for pra fazer merda… que seja registrada — disse, abrindo a câmera em modo vídeo, com um sorriso provocante nos lábios. — Alguém aqui se incomoda?
Lorena e Bruna trocaram olhares. Bruna mordeu o lábio. Lorena deu de ombros, rindo com deboche.
— Filma, carioca. Mas filma direito, viu?
Diana apoiou o celular na saboneteira do espelho, inclinando o ângulo para pegar tudo. A tensão no ar era quase palpável.
Lorena se aproximou de Bruna primeiro. Passou a mão no rosto dela, traçando a linha do maxilar com a ponta dos dedos. Depois desceu até o pescoço, puxando devagar o top dela para o lado, revelando o ombro.
— Tu é tão gostosa… e essa boca, hein? — Lorena murmurou.
Bruna segurou a cintura dela e respondeu no mesmo tom:
— Eu fiquei molhada só de ver vocês duas dançando. Isso é normal?
Lorena não respondeu. Apenas beijou. Um beijo lento no começo, língua explorando, mãos subindo pelo corpo. Bruna gemeu baixinho, apertando a b***a de Lorena com força. O som da boca contra boca ecoava no banheiro, misturado ao zumbido da música eletrônica lá fora.
Diana se aproximou por trás, assistindo tudo com uma mão na coxa, a outra deslizando devagar por dentro do vestido. Quando Lorena e Bruna se soltaram, ofegantes, Diana segurou o rosto de Lorena e disse:
— Agora é minha vez, baiana.
E o beijo das duas foi completamente diferente: urgente, intenso, com mordidas e puxões. Bruna observava, com os dedos dentro da própria calça agora, se masturbando sem pudor. Quando Lorena e Diana pararam, Bruna já estava com os olhos fechados, gemendo baixinho, completamente entregue ao prazer.
— c*****o… eu não sei com qual de vocês eu começo… — ela disse, entre gemidos.
Lorena se ajoelhou primeiro, puxando a calça de Bruna com firmeza, enquanto Diana veio por trás e lambeu o pescoço dela, uma mão na barriga, outra apertando os s***s por cima do top.
O banheiro da balada virou palco. Três corpos diferentes, três sotaques se misturando entre gemidos, risadas e frases sussurradas. O celular continuava gravando tudo — o som, os olhares, os dedos, as bocas famintas.
E a noite só estava começando.
Lorena ajoelhada, os joelhos firmes no chão frio do banheiro, puxou a calça de Bruna até os tornozelos com uma fome silenciosa. A calcinha preta, fina, estava completamente encharcada — e bastou um toque com a ponta do dedo para Bruna arquear as costas, apoiada na pia, gemendo alto.
— Que b*******a molhada da p***a… — Lorena murmurou, antes de levar o rosto até ali.
Ela começou com a língua pressionando de baixo pra cima, num movimento lento, saboreando a mistura de cheiro, gosto e t***o de Bruna. Os lábios da baiana se colavam no c******s, alternando sucção com círculos rápidos de língua. As mãos firmes seguravam as coxas da recifense, separando as pernas com domínio.
Diana, por trás, ainda acariciava os s***s de Bruna, mordendo de leve o pescoço, gemendo no ouvido dela:
— Olha o espelho, gostosa… se vê sendo comida.
Bruna abriu os olhos e viu tudo: o reflexo das três. A boca de Lorena afundada entre suas pernas. O próprio corpo tremendo. A mão de Diana apertando os m*****s duros. Aquilo a deixou ainda mais molhada, mais entregue.
Diana não aguentou. Empurrou Bruna um pouco pra frente e se abaixou ao lado de Lorena.
— Divide essa b****a comigo — disse, com os olhos brilhando.
As duas começaram a lamber juntas. Diana focava no c******s, lambendo rápido, com pontadas de língua precisas. Lorena, mais lenta, deslizava a língua entre os grandes lábios, molhando tudo, sugando devagar. Bruna gritou, tremendo, segurando firme na bancada.
— c*****o… assim eu vou gozar… p***a… não para…
O corpo dela explodiu num orgasmo intenso, as pernas falhando, a voz embargada. Caiu sentada no chão, ofegante, com um sorriso sacana no rosto.
— Vocês são doidas… p***a… quase morro.
Lorena se levantou, os lábios brilhando, e virou pra Diana. Sem dizer nada, a empurrou contra a porta do banheiro, levantou o vestido dela e mordeu os lábios ao ver que ela não estava de calcinha.
— Já veio preparada, hein?
Diana riu, se apoiando na porta, abrindo as pernas devagar.
— Eu sabia que ia dar merda boa hoje.
Lorena se ajoelhou novamente, mas dessa vez com Bruna atrás dela. Enquanto Lorena chupava Diana com intensidade — lambendo a b****a carnuda e lisa dela com estalos molhados — Bruna puxava o vestido da baiana pra cima, beijando suas costas, até alcançar a b***a.
— Agora é minha vez de retribuir, bahia — Bruna sussurrou, deslizando a língua entre as nádegas de Lorena, até alcançar a b****a que pulsava.
O banheiro virou um espetáculo a três camadas: Diana com as costas na porta, gemendo alto, se masturbando nos próprios s***s enquanto era chupada com vigor. Lorena ajoelhada, lambendo com vontade, com a b***a empinada. E Bruna por trás, deitada no chão, com a língua enterrada entre as pernas da baiana.
Lorena gemia enquanto chupava. Sentia a língua de Bruna subindo, pressionando o c******s, invadindo com calor. Ela quase perdia o controle, os joelhos tremendo.
— p***a… continua… vai… assim…
Diana começou a tremer, puxou os cabelos de Lorena com força e gritou:
— Tô gozan… ai… p***a!
O corpo dela bateu de leve contra a porta, o orgasmo vindo forte, molhando tudo. Lorena ainda lambia, mesmo quando ela já estava se contorcendo de prazer.
Logo em seguida, foi Lorena quem não aguentou. A língua de Bruna vibrando embaixo, dois dedos entrando sem aviso, e a pressão acumulada explodiu. Ela mordeu o próprio lábio pra não gritar alto demais. g**o quente, forte, o corpo inteiro vibrando entre as duas mulheres.
Quando tudo terminou, as três estavam no chão, suadas, com as roupas molhadas, os batons borrados e os corações disparados.
— A gente… se conheceu hoje — Bruna disse, rindo, com a cabeça encostada na perna de Diana.
— E agora a gente nunca mais vai esquecer — respondeu Lorena, pegando o celular da saboneteira e parando a gravação com um sorriso safado.